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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Reunião extraordinária de audiência pública, dia 21 de novembro de 2023, Plenário 9 do Anexo II da Câmara dos Deputados.
Declaro abertos os trabalhos da reunião de audiência pública híbrida para debater a obrigatoriedade de crianças de 6 meses a 5 anos tomarem vacinas contra a COVID-19, em virtude da inclusão da vacina no Programa Nacional de Imunizações — PNI.
Com base no art. 220, § 1º, do Regimento Interno, neste momento, convido para compor a Mesa o Dr. Cassio José Micelli Guimarães, médico cardiologista.
Participarão de forma virtual: o Dr. Peter McCullough, internista, cardiologista e epidemiologista; o Dr. Chris Flowers, radiologista; o Dr. Geert Vanden Bossche, virologista, pesquisador e desenvolvedor de vacinas; o Dr. James Thorp, ginecologista e obstetra, da área de medicina materna e fetal; o Dr. Pierre Kory, intensivista e pneumologista; a Dra. Jessica Rose, imunologista, bioquímica e bióloga.
Quanto aos procedimentos, faço os seguintes registros: o tempo reservado aos convidados é de 20 minutos, prorrogáveis se for necessário, não podendo haver apartes; cada Deputado inscrito para interpelar poderá fazê-lo pelo prazo de 3 minutos; os convidados interpelados terão igual tempo para responder, facultada a réplica e a tréplica, no mesmo prazo.
Antes de iniciar as exposições, quero fazer um esclarecimento sobre a importância do debate proposto pelo meu requerimento para realização desta reunião. Um dos maiores cardiologistas e especialistas em tratar pacientes com COVID-19, o Dr. Peter McCullough, pede ao Governo brasileiro que não obrigue a vacina e diz que, em ciência, não existe desinformação nem espaço para coerção, mas, sim, para inovação e tratamento. Nós ouviremos as palavras do Dr. Peter diretamente por ele, em um vídeo que assistiremos mais tarde. E teremos vários outros especialistas aqui que falarão também sobre esse tema.
Nós fizemos uma primeira audiência com médicos brasileiros, o Dr. Roberto Zeballos, o Dr. Francisco Cardoso e também o Dr. Caio Salvino, que é biólogo, doutor também. Eles trouxeram importantíssimas informações e debates. E tivemos aqui o Dr. Eder Gatti, que é Diretor de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, que participou dos debates, mas que, para nossa surpresa, ao final de um debate de tão alto nível, simplesmente colocou que a vacina será obrigatória e ponto final e que quem não concordar com isso é antivax, é negacionista. Nós não vamos aceitar isso. Por isso, eu peguei emprestadas essas palavras do Dr. Peter de que, em ciência, não existe desinformação. Em ciência, existem pontos de vistas que têm que ser debatidos. E isso será feito hoje com grandes médicos, grandes cientistas de renome internacional.
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A ciência não aceita censura. Há simplesmente dados científicos e múltiplos pontos de vista. Não existe uma díade de ciência ou anticiência. A ciência é um processo, e seguimos o método científico. Os termos "desinformação", "falsa informação" e "anticiência" são usados como arma, são usados como propaganda. Não podemos permitir que a propaganda se infiltre na civilização ocidental, porque ela causa divisões, é uma ferramenta usada por aqueles que tentam controlar os outros. Não existe teoria da conspiração. Existe uma teoria racional e vários pontos de vista sobre ela. Precisamos ter mais e mais discussões sobre esses pontos de enorme interesse. É a única maneira de avançarmos.
Dados ruins e notícias ruins chegam de todo o mundo. As taxas de fertilidade estão caindo. Existem estudos que demonstram redução na fertilidade masculina com a vacinação contra a COVID-19. Sabe-se agora que a vacinação contra a COVID-19 durante a gravidez resulta em trabalho de parto prematuro, aborto espontâneo no primeiro trimestre, natimortalidade após 20 semanas e, em seguida, perda materna e fetal no momento do parto. Tem-se agora um recorde de mortalidade materna, desde que as vacinas contra a COVID-19 foram lançadas. E temos agora também um aumento na mortalidade infantil, novamente associado à vacinação genética em massa, indiscriminada, mal aconselhada e insegura.
(Segue-se exibição de imagens.)
Trago alguns eslaides a respeito do panorama atual da vacinação da COVID no mundo. O vírus é racional. Até o vírus foi, porque, para sobreviver, teve que mudar a cepa menos virulenta. É por isso que a mortalidade caiu.
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Então, há vários trabalhos aqui — o tempo é curto, as referências estão aqui no eslaide e vão ficar disponíveis — mostrando que causa inflamação intracelular, mostrando a predominância de linfócitos CD4, que é uma resposta imunológica em relação à vacina.
Esse trabalho é recente, é de outubro de 2023, e mostra a fisiopatologia dessa lesão intramiocárdica, uma disfunção do RyR2, e também o aumento da atividade da PKA. Isso induz a uma cardiomiopatia por catecolaminas, isso aumenta o risco de morte súbita, taquicardias ventriculares e disfunção cardíaca.
(Pausa prolongada.)
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Aqui são outros trabalhos mostrando também relatos de casos de adolescentes, provando que foram causados pela vacina. Dentre 300 participantes desse outro estudo, adolescentes de 13 a 18 anos, 30% tiveram manifestações cardiovasculares, houve 18 alterações eletrocardiográficas, taquicardias, falta de ar, palpitação.
Aqui são vários trabalhos em várias línguas, vários idiomas também mostrando a relação entre miocardite e vacina. Aqui são estudos da Coreia, também em adolescentes.
Aqui mostro, na Diretriz Brasileira de Miocardites e Pericardites, que a elevação da troponina confere pior prognóstico. Aconteceram mortes súbitas, e 12% foram causadas por miocardite. Não existe miocardite leve. Então, quem fala que tem miocardite leve, isso não existe. As arritmias ventriculares persistem após a resolução da miocardite oculta em criança. Também há trabalho mostrando isso. A citocina é um mecanismo associado.
Aqui mostra em marrom a proteína Spike no músculo cardíaco. Há a persistência também da proteína Spike nesse músculo cardíaco, gerando focos de arritmia, que são causas de morte súbita.
No Governo do Reino Unido há um trabalho mostrando que, para uma criança que deixe de ser internada, é 16 vezes maior o risco de miocardite. Este trabalho do JAMA mostra que há 537 vezes maior risco de miocardite em relação à internação de criança.
No VAERS, que é um sistema de notificação norte-americano, em 2021, quando foram lançadas as vacinas da COVID–19, houve um aumento exponencial gigantesco de casos de miocardite relatados. Houve excesso de mortalidade na Alemanha de 2020 a 2022. A respeito das mortes em 2020, na época da pandemia, houve 4 mil mortes. Esse número depois pulou para 34 mil em 2021. E houve 66 mil mortes em 2022.
Este gráfico em vermelho mostra também o aumento exponencial dessa mortalidade. Aqui é um gráfico também do sistema de notificação norte-americana: miocardite versus idade. Quanto menos idade, maior o risco de miocardite.
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Autópsias dessas miocardites e vários estudos patológicos mostram, em correlação de provas, que foi a vacina que causou essa mortalidade.
A autópsia de dois adolescentes mostra essa parte inflamatória e também catecolaminérgicas. Causa primária. E esses dois adolescentes morreram subitamente em casa, sem nenhum sinal. O filho nada reclamou aos pais, simplesmente morreu. Também a autópsia desses adolescentes mostrou cardiotoxidade e miocardiopatia de estresse, mediado por catecolaminas.
Esse trabalho dos adolescentes foi realizado em 2021. Em 2023, como apresentei, explicou-se o mecanismo da cardiopatia tóxica e catecolaminérgica.
Aqui trago o exemplo de um paciente americano que morreu aos 26 anos, depois de desenvolver miocardite pela vacina Pfizer. O CDC não investigou a causa da morte. Algumas vezes, os sistemas de notificações gerais do mundo inteiro são de difícil acesso. Não há como acessar ou notificar. Por exemplo, nesse caso, o paciente tinha um caso leve de miocardite e não entrou nos critérios de notificação do VAERS. Há falha nesse sistema de notificações.
Há outras autópsias que indicam esse resultado no mundo inteiro — essa aqui é da Nova Zelândia. Também o Governo australiano noticia reações adversas, advertindo que 9% das pessoas que receberam a vacina vão ter parestesias e hipostesias; 5% terão gânglios linfáticos aumentados, além de pequena porcentagem de eritema e miocardite, lembrando que a miocardite não é leve.
No sistema de notificação da Austrália — esse aqui é só um exemplo —, esse médico tentou notificar 15 casos e conseguiu notificar apenas um. Então, há essa parte de subnotificação mundial a respeito da vacinação da COVID.
A taxa de mortalidade — e aí começam as reportagens — infantil nos Estados Unidos aumentou pela primeira vez em 20 anos. Isso é grave. "A miocardite causada pela proteína Spike da vacina COVID-19 muitas vezes não é detectada por testes cardíacos típicos". Então, esse é o problema: trata-se de uma lesão intracelular que causa morte súbita em quem tomou a vacina.
Aqui são dados do sistema de notificação inglesa. Essa barra que está acima, essa linha tracejada indica excesso de mortalidade em relação à linha básica que está aqui. Esse é o interregno de 2020 a 2023. Então, tudo o que estiver acima da barra indica excesso de mortalidade quando começou a vacinação contra a COVID–19.
A causa de morte por doença cardíaca teve aumento, assim também a parte de doenças cardiovasculares, circulatórias e cerebrovasculares. A isquemia cardíaca também está nos registros de aumento, além das doenças hepáticas,
cujo número de registros aumentou, em muito, como causa de mortalidade. Houve excesso de mortalidade de cirrose hepática.
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Esse outro gráfico mostra aumento nas mortalidades mundiais, acima da linha de base. Isso ocorreu na Austrália, Canadá, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos.
Quanto ao excesso de mortalidade infantil, também em 2021, quando começaram as vacinas, nesse gráfico, em tom verde claro, está demonstrado o aumento da mortalidade em excesso.
Para os seguros de vida, o surto contínuo de mortalidade está preocupando principalmente as companhias de seguro de vida. Aumentou em 20%, em 2023, a mortalidade infantil.
O CDC mostra aumento da mortalidade cardíaca em todas as idades. Estudo envolvendo 17 países em 4 continentes no hemisfério sul também mostra o efeito adverso das vacinas. Nesse estudo feito em 17 países mostrou que uma pessoa, entre 470 inoculados, vai morrer e que haverá uma morte em cada 20 indivíduos vacinados com a quarta dose — isso em pacientes acima de 90 anos.
Esse aqui é o sistema de notificação norte-americano. Quando se iniciou a vacinação, em 2021, a notificação americana acompanhava essa linha aqui embaixo. Houve aumento exponencial lá em cima nos gráficos de notificação com os efeitos adversos da vacina — a barra vermelha mostra isso.
Há aumento de mortalidade devido às vacinas também em crianças. Aqui estão os gráficos que mostram, também, efeitos de anafilaxia — reações alérgicas, anafilaxias graves.
Outro gráfico mostra também a transmissão pelo aleitamento materno. E aqui trago um caso típico meu: criança não vacinada, com 2 anos de idade, amamentada por leite materno, que estava cansada, inativa, alérgica a tudo. Ela chegou no meu consultório desse jeito. Eu pedi provas inflamatórias — sempre peço isso para meus pacientes —, e elas vieram com marcadores cardíacos alterados. A criança recebia só amamentação. A criança não tomou vacina, mas a mãe tomou vacina na gravidez.
O patologista Arne Bukhardt, famoso patologista alemão, publicou vários trabalhos mostrando que as lesões podem ocorrer em qualquer célula do órgão do corpo, qualquer uma pode sofrer alterações. Nessa imagem podemos ver a proteína Spike grudada no músculo, gerando inflamação. Essa figura mostra que a proteína Spike — em cor marrom — está inflamando o endotélio das pessoas. E qual é a função do endotélio? A função do endotélio é imunidade, controle da permeabilidade, ativação plaquetária, controle do tônus vascular. Isso explica vários sintomas que as pessoas estão sentindo pós-inoculadas: essa disfunção endotelial causa uma endotelite difusa.
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Também há efeitos colaterais da proteína Spike tipo amiloide no cérebro das pessoas relacionados a esquecimentos e à aceleração do aparecimento da demência senil, da doença de Alzheimer. Os pacientes de consultório que eu atendo há 23 anos estão mais dementes, mais lerdos, mais devagar.
Esta é uma matéria que corrobora o que a Deputada Bia falou na audiência anterior. Houve um aumento de 178% nos casos de morte por mal súbito no DF.
Vejam exemplos práticos: uma jovem de 16 anos morreu de ataque cardíaco depois de tomar a Pfizer; um adolescente de 14 anos sofreu uma parada cardíaca correndo. Esse segundo caso ocorreu aqui em Brasília, teve sua autópsia feita aqui em Brasília. A criança teve infartos. Essas rodelas que aparecem na imagem são infartos — a autópsia mostra isso. Vocês acham normal uma criança de 14 anos morrer de infarto?
Isto aqui é um trombo dissecado do corpo de uma pessoa que morreu subitamente. Abriram as artérias dessa pessoa. A trombose fica como se fosse um gel nas artérias. A centrífuga entre o plasma e a série vermelha mostra algo nunca, jamais visto. Foi coletado e centrifugado o sangue de uma paciente que teve trombose na perna. Veio uma bolha, uma substância que não se sabe o que é. Essa substância não se dissolve em nada.
(Exibição de vídeo.)
O SR. CASSIO JOSÉ MICELLI GUIMARÃES - Vejam a substância que aparece em uma autópsia feita aqui no DF em um paciente de 30 anos de idade que morreu de uma hora para a outra.
(Exibição de vídeo.)
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Como eu sou cardiologista, é comum receber no consultório esse tipo de queixa — taquicardias, dor no peito, desconforto. E as pessoas são tachadas como ansiosas. E não são.
Há evidências de aumento de casos de convulsões, de pioras nos quadros de convulsões com a primeira e segunda doses da vacina.
Vários artigos mundiais, em 2021, tratam da trombocitopenia imune e trombótica. Até a OMS lançou um manual explicando como tratar a trombocitopenia trombótica em 2021.
Em setembro de 2021, depois desses estudos, depois desses trabalhos publicados, uma adolescente morreu em São Bernardo do Campo. Para poder viajar para a Disney, tomou a vacina da Pfizer e morreu. Na época, 70 especialistas foram convocados para discutir a questão. O Ministro Queiroga até suspendeu a vacinação em adolescentes. E esses especialistas, mesmo com os trabalhos anteriores, falaram que não havia relação entre a morte da menina e a vacina. Não reconheceram a causalidade. Então, reverteram a suspensão e seguiram com a vacinação no Brasil. Depois que a menina morreu, vários trabalhos, de 2021, de 2022, passaram a mostrar a trombocitopenia trombótica induzida pela vacina. Um trabalho brasileiro com 39 crianças mostrava isso. Aqui estão os autores do trabalho.
Um estudo estimou a eficácia da vacina em 29%, 20% e 4%. É muito baixa. O gráfico mostra que, quanto mais doses da vacina se toma, mais vezes se pega a COVID.
Esta mulher esteve em um estudo de caso da AstraZeneca. Teve complicações e sequelas, e não está sendo acompanhada por ninguém. Quantas pessoas no mundo tiveram sequelas da vacina, e não têm sido acompanhadas?
Já imaginaram algo assim? Dois pilotos de avião. Um deles, de 48 anos, teve morte súbita no hotel, horas antes do voo. Seu amigo copiloto, também piloto, de 46 anos, que estava no mesmo hotel, foi fazer check-up e descobriu níveis aumentados de troponina e dímero-D. O piloto e o copiloto estavam com alterações assim. O piloto morreu, o outro era acompanhante do voo. Isso é gravíssimo! Ninguém está pontuando provas inflamatórias — dímero-D, fibrinogênio, troponina. Isso é grave! É um caso real que eu acompanhei em meu consultório.
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Aqui temos a parte da não recomendação: não recomenda de rotina a vacinação da OMS para crianças com baixo impacto na saúde pública.
Contra a vacina obrigatória, temos alguns códigos também: o Código de Nuremberg; o Código Civil, que diz: "Ninguém pode ser constrangido, com risco de vida, a tratamento médico (...)". A Constituição Federal, no art. 7º, inciso III, também diz: "Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral".
Aqui mostramos dados reais do meu consultório. Nesses 2 anos que eu faço esse trabalho, qualquer pessoa que chega ao meu consultório, para qualquer consulta, eu pontuo: dímero, fibrinogênio, troponina e BNP. Eu pedi, nesses 2 anos, 6 mil dímeros, que é o coágulo, que diz respeito a tromboses, lesão do endotélio, cascata de coagulação. Do total de 6 mil casos, 1.800 exames de dímero estavam alterados, ou seja, 27% da minha amostra; de fibrinogênio, 14%; de troponina, que é a miocardite, 11%; de BNP, que é a lesão cardíaca, 8% dos casos.
Mostramos aqui exemplos da troponina de pacientes que chegaram ao consultório só para check-up. A troponina, cuja taxa normal é de 14, estava 64. Com meu tratamento, ela foi para 008. Então, foi resolvido isso.
Aqui mostra a respeito do dímero. Na época da pandemia de COVID–19, uma pessoa que estava com dímero em 334, com a vacinação da COVID–19, o dímero foi para 881 — o normal é 500.
Outro caso: um paciente tomou a vacina da Pfizer, e o dímero aumentou de 434 para 2.226. Com o tratamento, esse valor abaixou de novo. Esse eslaide aqui mostra que o dímero caiu com o tratamento.
Essa imagem mostra as políticas públicas. A obesidade infantil é uma realidade mundial. A obesidade infantil causa vários problemas, principalmente cardíacos. Ela causa problemas de inflamações gerais. As crianças obesas é uma realidade mundial, principalmente brasileira.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Muito obrigada, Dr. Cassio.
Como há médicos participando virtualmente desta reunião, esclareço que nós vamos passar a palavra para eles, para que eles possam falar. Depois, abriremos para perguntas. Aí os Deputados poderão fazer uso da palavra, pedir tempo de Liderança e fazer perguntas.
Agora nós vamos chamar aqui o Dr. Christopher Flowers, radiologista que tem formação na Universidade de Londres, no Reino Unido; graduação em medicina, pela Universidade de Hull, em Yorkshire, no Reino Unido; residência em cardiologia e clínica geral, na universidade de Nottingham, Reino Unido; e residência em radiologia. Ele é membro titular do Royal College of Radiologists, é membro titular do American College of Radiology e acadêmico especialista em diagnóstico de câncer. Ele foi professor associado de radiologia e imagem biomédica da Universidade da Califórnia, em São Francisco, e da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa.
Ele também é pesquisador do Jonsson Cancer Center, da universidade da Califórnia, em Los Angeles; possui mais de 40 anos de experiência com trabalhos científicos e solicitações de subsídio em pesquisa junto ao NIH — National Institute of Health, programas de rastreamento de câncer, avaliação de danos versus benefícios; é líder em imagem do programa de pesquisa do câncer de mama na Universal da Califórnia, além de revisor de revistas científicas e colaborador em artigos e livros da área.
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Durante a COVID–19, o Dr. Flowers liderou um grupo de 3 mil médicos voluntários na força tarefa The War Room Daily Cloud. Ele é responsável pela análise de mais de 450 mil páginas de documentos referentes ao processo de aprovação da vacina Pfizer. O FDA, órgão equivalente à nossa ANVISA, queria 75 anos de sigilo sobre esses documentos, o que foi derrubado na Justiça. Os relatórios de análise desses documentos produzidos pelo grupo foram publicados no livro Pfizer Documentos Analysis Reports, coordenado pela jornalista Naomi Wolf.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Só um minutinho que a Mesa está liberando o compartilhamento.
(Pausa.)
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Não. Ainda não.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Leonardo, se você puder, peça a ele que aperte o botãozinho verde do compartilhamento. Ele deve saber, mas...
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Neste momento, enquanto aguardamos que o Dr. Chris Flowers consiga novamente acessar aqui, eu vou pedir aos presentes que façam 1 minuto de silêncio em homenagem ao Cleriston Pereira da Cunha, que morreu ontem na Papuda. Ele era um preso político que não cometeu nenhum crime e morreu ontem em função das suas comorbidades, apesar de tantos avisos dos médicos e do pedido do Ministério Público para que ele fosse solto.
(O Plenário presta a homenagem solicitada.)
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada.
(Segue-se exibição de imagens.)
Nós estamos chegando a aproximadamente 3.250 voluntários e revisando os documentos finais com as informações do FDA liberadas no norte do Texas.
Esses são dados de 2022. Nós falamos com profissionais médicos da academia, e muitos têm histórico de pesquisa, incluindo enfermeiros, especialistas em testes, ativistas e muitos outros.
O que é importante aqui é que não temos nenhum conflito financeiro. Então, nós não temos nada em relação à Pfizer. Não somos acionistas, somos todos voluntários.
Nós produzimos o volume 1 desse relatório, que é um documento da Pfizer, e o FDA não fala com os médicos e com toda a população — esse é o problema.
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A Pfizer não divulgou duas mortes que ocorreram durante os testes até que houvesse uma autorização de emergência.
Nós temos um trabalho recente sobre algo que eu vou discutir mais tarde, mas, principalmente, não houve redução das mortes com o uso das vacinas. Então, por que a estão usando?
Estudos de segurança. É muito importante entender que os acadêmicos e os médicos responsáveis estão cientes de que normalmente leva-se um tempo de 5 anos de acompanhamento para se saber o comportamento da vacina, comparando-se com o grupo placebo.
Nesse caso, como foi dito anteriormente, identificam-se altos níveis de troponina nos ensaios de acompanhamento, e vemos, em fases iniciais, eventos adversos graves. Temos tentado evitar a morte de dezenas de milhares de pessoas. E teríamos feito isso se o FDA tivesse interrompido os testes.
O que é interessante é que esses dados foram produzidos em 21 ratos machos e 21 fêmeas, e as descobertas do que aconteceu com essa amostra nunca foram apresentadas aos médicos e ao público em geral. Talvez vocês lembrem que, desde o início, as descobertas não eram divulgadas.
Na verdade, alguma coisa diferente está acontecendo. Podemos ver neste eslaide que houve um crescimento bastante rápido, em 48 horas, um aumento da concentração dessas nanopartículas líquidas, que passaram de uma pequena quantidade a uma grande quantidade, 12,261. E os ensaios foram encerrados. Então, nós não temos dados de acompanhamento. Eles interromperam isso e continuaram a dar doses mais altas após doses mais altas.
E é muito importante também observar que havia tantos eventos adversos graves nesse estágio que a Pfizer teve que empregar 2.800 funcionários adicionais para lidar com os relatos desses eventos graves.
Os efeitos na reprodução também foram muito importantes no protocolo clínico da Pfizer. Aos homens vacinados foi solicitado que não tivessem relações sexuais com mulheres em idade fértil ou que, caso tivessem, utilizassem formas confiáveis de contracepção, devido à preocupação com a transmissão por fluidos, o shedding do RNA.
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O papel da transmissão direta. Isso é algo que o Dr. Pierre Kory vai discutir, já que ele é especialista no assunto.
A gravidez em mulheres vacinadas. Nós sabemos que foram relatadas 270 gestações de mulheres vacinadas durante as primeiras 12 semanas do lançamento da vacina. O engraçado é que 238 desses casos foram simplesmente removidos dos resultados e marcados como "nenhum resultado foi fornecido". Então, nós só conhecemos os resultados de 32 deles.
Outro problema sobre os ensaios clínicos foi o desmantelamento do grupo controle. No fim do ensaio clínico, o grupo placebo permaneceu no estudo, como um controle normal, para se comparar com as pessoas que receberam a vacina. O FDA discutiu as potenciais implicações dessa perda de acompanhamento cego e controlado por placebo e como isso poderia impactar a disponibilidade dos dados de segurança. Mas eles falam dos pesquisadores da Pfizer. E a Pfizer, então, relatou a vacinação de 19.696 participantes, o que representa toda a coorte placebo. Ao invés de ficarem sem a vacina, todos do ensaio foram vacinados durante o ensaio ou, talvez, até depois dele. E, quando coletamos os dados da Pfizer desses indivíduos, vemos que eles tiveram números bastante semelhantes de eventos adversos graves, como aqueles que foram encontrados no ensaio clínico. Inclusive, o mais comum é a COVID.
A Pfizer produziu um estudo bastante famoso, um estudo considerado 5.3.6, com 90 dias de acompanhamento depois da vacina. Durante esse período, 1.223 pacientes morreram, 275 pacientes tiveram acidente vascular cerebral, quase 26 mil pessoas sofreram de doenças do sistema nervoso, mais de 17 mil pessoas tiveram doenças gastrointestinais e 8.848 pessoas tiveram doenças respiratórias, torácicas ou outras doenças torácicas e cardíacas.
O mais sério dessas descobertas foi que isso aconteceu nos primeiros 4 dias após a vacinação. Dentro de 24 a 48 horas, entre o dia 1 e o dia 2, isso aconteceu em 71% das mulheres e 29% dos homens. E 54% deles tinham menos de 50 anos de idade. O maior número de casos foi na faixa etária de 31 a 50 anos.
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Por que o FDA está ocultando esses dados se os ensaios foram feitos corretamente? Em contraste, foi descoberto que eles impuseram uma cláusula isentando o laboratório de qualquer tipo de responsabilidade sobre se as vacinas eram seguras e eficazes. Então, se é assim, por que se preocupar? Por que os laboratórios proibiram todas as agências de saúde de fazer testes com coisas, como espectrometria de massa e cromografia líquida, para confirmar a vacina alegada nos contratos? Outras grandes perguntas que nos fazemos: a vacina de mRNA modificada é realmente segura? Todas essas mais de 46 mil mortes aconteceram diretamente por causa da vacina, ao longo desses anos? Como elas aconteceram nos últimos 2 anos com a vacina modificada da Pfizer, isso é uma questão que mostra que a vacina não é segura?
Então, como os laboratórios manipulavam os dados para enganar os médicos? O número real de eficácia é o número dos indivíduos do ensaio. Se olharmos um artigo alemão, publicado em dezembro de 2021, veremos a justificativa para oferecer essas vacinas a toda a população do mundo. Não é uma decisão simples a ser tomada. Ainda assim, só 170 indivíduos tinham COVID comprovada, 162 eram placebo, em comparação com oito vacinados. No entanto, houve uma pequena diferença no número de pessoas com COVID quando elas foram vacinadas ou receberam o placebo. E qual o porquê disso?
Vimos evidências, que não foram publicadas, de que a Pfizer tirou do FDA a organização de dois pacientes vacinados que morreram e que não foram relatados até a autorização emergencial. E, originalmente, eles apresentavam esses dados só de duas pessoas que morreram vacinadas, e foram quatro que morreram no grupo placebo, ou seja, há um risco maior de morrer de COVID se você receber a vacina. Mas, se você substituir essas duas pessoas que foram notificadas pela FDA, observa-se que é o mesmo número de mortes, tanto entre os vacinados como entre os placebos. Em outras palavras, não houve efeito na mortalidade com o uso da vacina. Logo, não sabemos se ela é segura; sabemos que ela de fato não impediu as mortes.
Os executivos da Pfizer admiram o Parlamento europeu, pois foram feitos testes só de transmissão. Então, exatamente o que essas vacinas têm que fazer?
Aqui, nós temos um artigo publicado no mês passado, que vocês podem ver, com uma principal conclusão: de que a vacina da Pfizer não é eficaz na prevenção de mortes,
mas que a probabilidade de morte é a mesma, tanto nos vacinados quanto nos não vacinados. Então, como eu disse antes, não há justificação para a vacinação. Ponto. Não importa a idade da pessoa.
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Temos aqui as conclusões dos ensaios clínicos. Nenhum médico ou nenhuma pessoa aceitaria tomar essa vacina de RNA modificado se esses dados tivessem sido publicados para a população. Nada prova que ela é eficaz e que não impediu o espalhamento da COVID. E há duas características básicas que normalmente são usadas para definir o que uma vacina deve fazer. Cada indivíduo pode responder de forma diferente, quando exposto a vacinas ou medicamentos, e é por isso que os médicos têm um papel crucial na saúde pública. Em outras palavras, os mandatos não têm espaço na sociedade no tratamento médico do público. O mandato não pode interferir; tem que ser uma decisão entre o médico e o paciente, ou, no caso de uma criança, os pais é que tomam a decisão em nome da criança. Então, temos que saber se a pessoa é qualificada ou não para receber a vacina, e, para isso, precisamos de tempo suficiente para entender os efeitos colaterais de curto e de longo prazos. Mas os efeitos de curto prazo já estão aí, e os sujeitos da pesquisa mostraram o excesso de mortes que aconteceram no mundo todo.
Todos os médicos sabem que o sistema imune das crianças é muito mais robusto do que o dos adultos. Os médicos foram forçados a recomendar a vacinação, sob a ameaça de perderem a licença médica. Mas também, em muitos casos, eles sabiam que perderiam o trabalho se eles não vacinassem, apesar do fato de haver um risco muito baixo de gravidade e hospitalização ou morte de crianças.
Na verdade, eu escrevi um artigo sobre o relatório do FDA, quando eles fizeram uma autorização de uso emergencial para crianças entre as idades de 5 e 11 anos. E o que eu vejo é que o FDA não faz o seu trabalho de proteção dos pacientes. E isso nós vimos, já em junho de 2022: o ensaio com as crianças foi feito em 65 locais e envolveu mais de 4 mil crianças, mas 3 mil delas quiseram sair antes do final dos testes. Em outras palavras, só havia 1.526 crianças no fim do processo.
Nós, como médicos, não fomos informados de que houve 30% mais casos de COVID em pessoas vacinadas com a primeira dose. E o mesmo aconteceu com a segunda e a terceira doses. E, depois de 2 meses, a COVID se desenvolveu duas vezes mais frequentemente no grupo de pessoas vacinadas do que no grupo das pessoas não vacinadas.
No ensaio, 12 crianças pegaram COVID-19 duas vezes, e 11 delas tinham recebido a vacina. Então, é quase 100% o oposto do que estão falando que a vacina faz, que é proteger as crianças. Portanto, basicamente, é um risco muito grande com pouco benefício.
Um passo importante, antes da aprovação de um novo medicamento, é fazer um processo de revisão. E isso é muito preocupante porque vemos que esse comitê ajuda a garantir a segurança de vacinas eficazes e de produtos biológicos relacionados para uso humano, mas, claramente, isso não aconteceu.
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A segurança é uma prioridade em relação aos eventos biológicos. Durante o desenvolvimento e a aprovação, conforme o tempo passa, as vacinas, antes de serem licenciadas, são testadas extensamente em laboratórios e com indivíduos humanos para provar a sua eficácia.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Muito obrigada, Dr. Chris Flowers.
O próximo palestrante é o Dr. Geert Vanden Bossche, que é virologista, pesquisador e desenvolvedor de vacinas, com formação na Universidade de Ghent, na Bélgica, graduação em medicina veterinária na Universidade de Hohenheim, na Alemanha, e doutorado em virologia. Ocupou o cargo de professor adjunto em universidades na Bélgica e Alemanha, bem como o de pesquisador no Departamento de Virologia, Imunologia e Biologia Molecular na Universidade Livre de Berlim e na Universidade de Stuttgart, na Alemanha.
Após o período na academia, Geert trabalhou em várias empresas fabricantes de vacinas, tais como GSK Biologicals, Novartis Vaccines e Solvay Biologicals, onde desempenhou várias funções em pesquisa e desenvolvimento, como a de líder de projetos vacinais. Geert, então, passou a integrar a Fundação Bill e Melinda Gates como Diretor Sênior de Saúde Global e Desenvolvimento de Vacinas, em parceria com a NIH, OMS e Wellcome Trust Path. Posteriormente, trabalhou na Aliança Mundial para Vacinas e Imunização — GAVI, liderando o grupo de trabalho do enfrentamento ao ebola, e, finalmente, como Chefe da Divisão de Desenvolvimento de Vacinas do DZIF, centro alemão de pesquisa em doenças infecciosas, na cidade de Colônia.
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Durante a pandemia da COVID-19, Geert veio a público tornando-se mundialmente famoso por alertar a humanidade sobre o perigo de conduzir programas de vacinação em massa durante a eclosão de uma pandemia. Autor do livro The inescapable immune escape pandemic, em que investiga o impacto da vacinação em massa no decorrer de uma pandemia, ele explica como poderosas organizações e indústrias, sem a compreensão deste ambiente complexo, transformam uma pandemia viral em um desastroso escape imune, com um enorme custo de vidas humanas.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - O senhor pode falar em inglês, temos um tradutor. O senhor pode falar em inglês, não há problema.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - O senhor pode verificar o seu e-mail, por favor?
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - O senhor pode verificar o seu e-mail novamente, por favor?
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Não há problema. O senhor pode mostrar a sua versão em inglês porque temos tradução simultânea aqui.
(Segue-se exibição de imagens.)
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O que eu estou dizendo aqui no título bem claramente é que, num cenário epidemiológico, nós não podemos incluir as vacinas em programas de imunização infantil. Isso não tem como ser cientificamente justificado e não seria possível, mesmo se essas vacinas fossem seguras e eficazes. Isso não tem sentido nenhum, mesmo se as vacinas fossem seguras e eficazes.
Antes de tudo, é bom entender de onde vêm essas autoridades públicas de saúde. Às vezes, eles são antivacinas e ficam se perguntando: "Por que a vacina contra a COVID-19 para as crianças?" Porque, primeiro, não há nenhuma dúvida de que as crianças pegam COVID-19 — claro, eu estou de acordo com isso —, e, segundo, não há nenhuma dúvida de que as vacinas podem proteger contra a COVID-19 grave. Nós podemos discutir isso. Em terceiro, não há dúvida de que a disseminação viral em populações altamente vacinadas ainda é relativamente baixa. E isso é verdade, se comparado à disseminação que vimos no começo da pandemia.
Para eles, já que essas vacinas de COVID-19 são seguras — e eu concordo com eles, claro —, por que esse programa não faz parte da imunização das crianças, ou seja, por que não há um programa de imunização para as crianças?
Então, eu diria que esse tipo de informação que a saúde pública está usando não é suficiente nem para definir se a vacina é segura e eficaz nem para implementar nem para fazer efetivamente um programa de imunização de criança. Eles não estão fazendo o trabalho de casa deles do ponto de vista da saúde pública, porque, se você faz um programa de imunização de crianças em populações que já estão altamente vacinadas, você tem pelo menos que perguntar se o efeito protetivo dessa vacina é durável. Se não for, talvez você precise aumentar essa vacinação, e, claro, você não teria uma vacina útil.
O segundo ponto é que escutamos muito sobre imunidade e precisamos pelo menos perguntar com relação ao risco patológico. Isso pode ser associado com a vacinação durante a pandemia do SARS-CoV-2? Isso é bem importante, porque normalmente fazemos um programa de imunização de crianças para proteger a população e para preencher gaps da imunização.
Então, em relação à imunização para crianças, essa vacinação contra o SARS-CoV-2 vai beneficiar a população do ponto de vista da saúde pública?
Essas perguntas podem ser enviadas. A primeira, por exemplo, é se o efeito protetor da vacina é durável e "impulsionável" em populações altamente vacinadas contra a COVID-19, porque muitas pessoas foram vacinadas, e você vai usar muitas respostas contra os vírus. Talvez o vírus escape dessa imunidade, porque
talvez o efeito não seja tão durável. Seria importante que a saúde pública tivesse pelo menos investigado se todas elas funcionam de verdade nessa população altamente vacinada, apesar de uma possível neutralização desses anticorpos. Isso é bem interessante. Na minha opinião, chamou atenção, pois as autoridades da saúde pública deveriam ter pensado nisso.
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Isso demandava inicialmente somente um tratamento leve, assintomático, autolimitado e infecção na grande maioria da população, da população em massa. Além disso, sabemos que essas infecções são autolimitadas, sabemos que essa natureza autolimitante da infecção pode neutralizar anticorpos. Não estou dizendo que isso vai neutralizar os anticorpos só com esse tipo de resposta, mas talvez a pessoa precise desses anticorpos para que essas infecções sejam autolimitadas. Entretanto, depois da vacinação em massa, literalmente muitas variáveis virais escaparam desses anticorpos neutralizadores e foram induzidos pela vacina. Apesar disso tudo, ainda vemos alguma produção contra essa doença ou contra doenças severas. Então, algo está errado, algo está bem suspeito.
Só podemos entender isso se compararmos o efeito da infecção natural durante a pandemia com o efeito da vacinação durante a pandemia. Vejam esses gráficos, eles são bem importantes. Vejam o da esquerda, ele corresponde à infecção natural durante a COVID–19. O que acontece? Vemos aqui no começo que quando a pessoa é infectada, na primeira linha de defesa imune, vai remover uma grande quantidade de vírus. No começo da infecção muitos vírus são removidos, excluídos e evitam uma doença severa. No fim, eles são eliminados. Por isso são chamados de efeitos autolimitantes dessas doenças, pois vão ser eliminados antes dos anticorpos neutralizadores começarem a trabalhar, antes que eles comecem a se desenvolver.
Em uma próxima exposição ao vírus, a pessoa já está numa situação muito, muito melhor, porque antes de tudo o sistema imunológico, que já teve contato com o vírus, já lidou com isso e vai ser capaz de excluir mais vírus em outras etapas da infeção. Os anticorpos ou estão altamente expostos ou podem rapidamente trazer essa memória imunológica.
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Considerando o nível de toda a população, e como sabemos que depois da pandemia trabalharemos com essa imunidade, há uma pandemia autolimitada, que fornece uma natureza autolimitante dessa pandemia. Isso é bem claro, é bem fácil entender.
O que acontece quando a pessoa é vacinada durante uma pandemia? Sabemos que, durante a pandemia, em vários casos, as pessoas foram vacinadas antes de serem expostas ao vírus. Na verdade, quando elas foram expostas ao vírus, muitas pessoas já tinham desenvolvido os anticorpos por conta da vacinação. Em outras palavras, os anticorpos vacinais que estavam se desenvolvendo, em muitos casos, não estavam maduros, não estavam no nível ótimo. Então, antes dos anticorpos encontrarem aqui o vírus, e antes que o vírus fosse eliminado, os anticorpos já foram confrontados com o vírus.
Isso, claro, nos leva às vacinas. Essa neutralização subótima do vírus diminui a sua capacidade, porque os anticorpos não chegaram a sua atividade total. Então, o impacto no vírus foi subótimo. Essa neutralização subótima nos leva à seleção natural das variantes de escape imune mais infecciosas. Por conta disso vimos que houve outras ondas.
Lembram-se da ômicron? Foi uma variante que escapou da imunização e conseguiu atravessar a imunidade da vacina. Essas vacinas, essas infecções que atravessaram as vacinas, tiveram alguns problemas. Lembram-se da ômicron? Foi muito mais rápido. Lembram-se de que a incubação era de 5 ou 7 dias? Lembram-se que antes passaram-se alguns dias? Esse evento da infeção foi rápido, não houve nem tempo para que o sistema imunológico pudesse ser treinado. O sistema imunológico, o CII, que é a imunidade da célula, precisa disso para ser capaz de gerar imunidade necessária. Se não há isso, não há imunidade de rebanho.
Este foi outro fenômeno que aconteceu e foi muito bem descrito no meu grupo: mudança de foco. Não consigo entrar nos detalhes, mas o importante é que vocês saibam que existem algumas consequências importantes. Isso significa que o sistema imunológico é forçado a focar em outros domínios da proteína Spike, ou seja, outros domínios que não foram reconhecidos antes. Isso resulta em proteção, em alguns novos anticorpos. Esses novos anticorpos têm capacidade de proteção reduzida para futuros casos.
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Isso vai promover outras infecções que vão ser capazes de se instalarem, apesar da vacina. Não sei se isso vai gerar a imunidade de rebanho e toda essa questão do sistema imunológico. Então, é um sistema intracelular.
Segundo, isso tem causado uma síntese de outro tipo de novos anticorpos que não são neutralizadores, e esses anticorpos que não são neutralizadores fornecem proteção contra a COVID-19. O mecanismo dele também está descrito no meu livro e aí, finalmente, como resultado desse novo foco a infecção se instala, apesar da vacina. Pergunto: por que isso é importante? Porque as células T vão matar essas outras células que já estavam bem, e isso pode acabar mitigando a disseminação. E eles vão chamar novamente esses anticorpos não neutralizadores. Então, os mecanismos de busca não podem sustentar esse tipo de anticorpo não neutralizador.
Qual é o resultado geral disso tudo? Depois de um tempo de as pessoas estarem vacinadas, com a vacinação em massa durante a pandemia, tem alguma transmissão assintomática, e é claramente a questão da infecção. A transmissão ainda está acontecendo, porque a disseminação está reduzida. Se não houver a imunização de rebanho, você não vai conseguir prevenir a transmissão essencialmente, mesmo se a disseminação for diminuída. Isso vai ocorrer de maneira assintomática.
(Intervenções simultâneas ininteligíveis.)
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Só um minuto. Há duas pessoas fazendo tradução simultânea neste momento. Fica impossível entender assim.
O SR. GEERT VANDEN BOSSCHE (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Isso leva a causar uma imunopatologia. Então, algumas pessoas pensam que isso é nonsense, que as pessoas não estão sob pressão e que não há maneira de o vírus ficar mais virulento. Mas há muitas pessoas agora — cientistas, professores — que estão fazendo mais do que eu faço, ou seja, trazer o aviso de que isso que pode acontecer e de que há uma noção de que os vírus inevitavelmente evoluem para ficar menos patogênicos a humanos. E isso é um mito.
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Há um professor da Universidade de Nebraska, especialista em doenças infecciosas, que diz isso, e, é claro, há a crença de que os vírus são mais espalhados e mais virulentos, mas isso não faz sentido, porque deriva de uma pandemia natural. Há um espalhamento e a população desenvolve imunidade, e não é o caso dessa pandemia. Por isso, temos a vacinação, e, quando a imunidade se desenvolve, controlamos o vírus, e aí as pessoas têm a impressão de que houve mais espalhamento do vírus, mas é mais um caso de controle do sistema imune da população. Isso claramente não se aplica a uma pandemia que tem variâncias mais fortes e a mitigação do vírus associada à transmissão assintomática de variância altamente assintomática, porque é assintomática e porque a virulência está aí e temos que lidar com isso.
O sistema imune não consegue controlar a infecção viral, então temos uma transmissão contínua e uma imunidade. Nós temos que lidar com essa virulência, e, é claro, fica mais difícil para o vírus se replicar. Desse modo, vamos achar uma maneira de espalhar internamente, e a transmissão de uma pessoa para outra vai ser mais difícil, porque o processo está acontecendo e o vírus vai começar a se espalhar internamente em vários órgãos, e isso faz com que a virulência fique mais forte.
Em casos em que há essa resposta imune, que não gera essa imunidade, mas só reduz o espalhamento do vírus, o vírus tem a probabilidade de evoluir para essa virulência. Então, para as pessoas que ainda não acreditam, podemos ver o que está acontecendo com os vírus.
Há vários artigos publicados em alguns jornais que claramente mostram que o vírus da pólio agora está evoluindo para mais virulência, e, é claro, a vacina se desenvolve do vírus da pólio. Temos essa grande campanha de vacinação com todos os vírus da pólio atenuados, é claro, que transmitem assintomaticamente, porque o vírus é atenuado. Temos o copiamento do vírus reduzido e o vírus da pólio atenuado. Então, você não consegue interromper isso.
Você tem esse processo de transmissão assintomática e o que vemos agora é que o vírus está sob pressão. Há publicações alarmantes mostrando claramente que, nessa vacinação da pólio, começamos a ter cada vez mais preocupações de mutações virulentas.
Qual é a primeira conclusão? A primeira conclusão é que a vacinação em massa durante uma pandemia como a de COVID-19 fez com que as vacinas para o coronavírus não prevenissem a população, ou prevenissem a população de alguma imunidade, e promovessem uma variância mais infecciosa, que, provavelmente, vai evoluir e vai trazer uma nova patologia e, eventualmente, comprometer a proteção da COVID em relação às infeções e às taxas de infecção, ou seja, essencialmente os que foram vacinados antes de serem expostos ao vírus têm essa proteção.
O que isso significa é que não há nenhum programa eficaz de vacinação durante a pandemia de COVID que possa contribuir para a imunidade do rebanho, ou seja, um programa de imunização de grande escala, durante a pandemia, não pode gerar imunidade.
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Esses programas que são conduzidos para preencherem as lacunas do que acontece — porque os grandes programas não podem ser conduzidos durante uma pandemia e não vão trazer essa proteção — não vão trazer proteção contra a doença da COVID-19 em indivíduos vacinados, claro, incluídas as crianças vacinadas, que também vão sofrer infecções. Então, essencialmente, elas não foram expostas ao vírus antes da vacinação.
Outro aspecto muito especial para a vacinação de crianças é que essa vacinação contra vírus causa grandes infecções. Com vacinas não replicantes, como, por exemplo, a vacina da COVID-19, vai-se impedir a educação e, assim, o treinamento do sistema imunológico inato com base nas células da criança.
Como isso funciona? Eu não tenho tempo para entrar em muitos detalhes, mas, inicialmente, eu posso mostrar que temos a imunidade nata e a imunidade adaptativa, o sistema imune em relação à defensa contra infecções virais, como, por exemplo, gripe ou rotavírus ou corona, claro, catapora, sarampo, etc. Essencialmente, essas células, as células dendríticas, têm um papel crítico. Eu não vou entrar nos detalhes aqui, mas temos que ter em mente que, como muitos antígenos derivados de tecido, assim, os dos vírus nas crianças, eles também têm açúcares nas membranas celulares. E isso é o que chamamos de uma ameaça glicosilada. Vamos ter isso no tecido da célula e pode ser um vírus que tem esses açúcares na superfície, como, por exemplo, o coronavírus ou o vírus da gripe, a maior parte dos vírus infantis, na verdade.
Essas estruturas glicosiladas são críticas porque elas contribuem para a educação das células imunes nativas. E essa educação do sistema imune, que é o nosso primeiro sistema imune, é muito importante para que o sistema imune reconheça uma série de patógenos em estágios iniciais da infeção. É no estágio inicial que a educação do sistema imune nato acontece, porque é ele que vai interferir no estado precoce de infecção. Mas, para fazer isso, para educar essas células, essas estruturas precisam ter células com antígenos que possam ser apresentadas às células que são matadores naturais. E aí vamos ter os anticorpos naturais, que são anticorpos que têm alta concentração em crianças, que podem se combinar às estruturas glicosiladas do tecido ou, por exemplo, a um vírus que entra no organismo.
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Essas estruturas precisam ser internalizadas para serem apresentadas às células do sistema imune. Esse processo de educação vai, então, dar a luz verde para as células do sistema imune da criança, as células que matam, para que elas reconheçam esses vírus num estágio inicial de uma infecção de outras células, o que significa que, após algum tempo, esses anticorpos naturais ou inatos vão desaparecer, vão diminuir na concentração para o benefício de imunoglobulinas mais específicas. E esses anticorpos vão dar espaço aos mais específicos.
Esse processo na criança faz com que esses anticorpos inatos desapareçam. Então, podemos dizer: "Bom, então, agora a criança vai perder a defesa imune contra o vírus?" Não. Isso não é verdade, porque agora, graças à educação das células, a criança tem a oportunidade de reconhecer esses mesmos vírus, uma vez que eles são internalizados nas células suscetíveis. E é isso o que vai treinar essas células para reconhecerem e matar as células dos que foram infectados por esses vírus.
Quanto mais essas células são expostas ao vírus ou quanto mais exposição houver durante uma pandemia, que é muito importante, melhor essas células vão ser treinadas e melhor elas vão eliminar a célula infectada pelo vírus no estágio inicial da infeção. E essa remoção de células infectadas é espetacular, porque não há nenhuma variância específica. Qualquer célula do sistema imune vai estar ali, ela não é específica a antígeno. Isso, claro, durante uma pandemia, é uma ferramenta crítica para uma criança não vacinada, é uma proteção contra as infecções as células infectadas.
No entanto, isso só é possível quando temos anticorpos inatos disponíveis nos estágios iniciais de vida. E esses anticorpos, por exemplo, não estão mais disponíveis.
Eu vou mostrar para vocês, no próximo eslaide, o que pode acontecer quando você vacina e, claro, não vai educar as células do seu sistema imune. As células NK podem ser treinadas. Mas, nesse caso, essas células não só vão perder essa educação crítica, mas também vão tornar crítico achar os vírus glicosilados, que também são críticos para evitar que essas células NK ataquem as estruturas que têm similaridade estrutural com os antígenos do corpo.
Essa é uma educação que funciona como uma luz vermelha para essas células, que é para elas não reconhecerem estruturas que têm muita semelhança com os antígenos das células hospedeiras. Se isso não acontece, essas células NK vão ter uma educação que não vai acontecer, e elas, então, vão poder matar as estruturas e as células dos corpos e dos tecidos, o que leva à atividade de sistema imune. O que acontece é que agora vamos usar anticorpos anti-spikes, ou seja, vamos vacinar crianças
tão novas — e, por exemplo, se uma mãe grávida for vacinada, como sabemos, temos células que passam pela placenta, essas células vão ser transferidas para o bebê — que esses anticorpos específicos, que têm uma afinidade muito maior pelo vírus do que os anticorpos inatos, não vão se ligar ao vírus, o que significa que o vírus não vai mais se ligar a esses anticorpos inatos. Então, ele não vai lidar com essas células e não vai conseguir educar essas células NK, e, quando isso acontece, perde-se a educação dessas células e também o treinamento delas, e isso é necessário para que as células NK possam reconhecer esses vírus e internalizar essas células suscetíveis no estágio inicial de uma infeção...
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Desculpe-me por interrompê-lo, Dr. Geert, mas o senhor pode finalizar a sua explicação em 1 minuto, 2 minutos? Estamos ficando sem tempo, e há um Parlamentar aqui que gostaria de fazer algumas perguntas ao senhor. Mais 2 minutos, tudo bem?
O SR. GEERT VANDEN BOSSCHE (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Bom, o que é importante perceber é que, se se interrompe essa educação, o sistema imune de defesa da criança vai ser gravemente afetado, e isso vai levar a imunopatologias, até o câncer.
Evitar o treinamento dessas células do sistema imune significa que elas não vão mais contribuir para a imunidade, e isso significa, então, como segunda conclusão, que não há um único programa de vacinação infantil que possa contribuir para preencher essa lacuna no sistema imune, e é improvável que tragamos imunidade e proteção para as crianças antes da infecção. No entanto — e esse é o ponto —, a vacinação contra a COVID-19 em crianças é muito provável de induzir a uma nova patologia e comprometer a imunidade da criança, mesmo antes da exposição ao vírus. Então, nem é preciso a criança ter infecções.
As pessoas vão dizer: “Ah, eu acho que você está completamente errado, porque temos um problema endêmico”. Não, porque o programa de vacinação infantil não vai preencher a lacuna de imunidade simplesmente porque o SARS-CoV-2 não tem replicação nas vacinas. Isso significa que nenhuma criança com programa de vacinação numa fase endêmica, o que não é o caso, vai ser capaz de preencher a lacuna de imunidade de rebanho, o que não vai prevenir epidemias ou patologias como a COVID-19 na população, inclusive nas crianças.
O vírus não só está se tornando endêmico, como a vacinação das crianças ainda pode treinar o sistema imune. Então, mesmo se o sistema imune inato das crianças vacinadas ainda é treinável e pode preencher a lacuna de imunidade, as crianças com vacinação contra a COVID-19 não vão evitar a seleção de infecções de outras espécies.
As pessoas não falam disso, mas há estudos que mostram que o SARS-CoV-2 também infecta diferentes espécies animais. Então, não há nenhum programa de vacinação numa fase endêmica, o que ainda não existe para a COVID-19, que possa prevenir uma imunopatologia ou a COVID-19, se as reservas animais do vírus existem.
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Para resumir, isso significa que não há nenhum programa de imunização infantil contra a COVID-19 capaz de impedir imunopatologias, até mesmo o câncer ou outras epidemias de COVID-19 grave nas pessoas vacinadas, independente do vírus estar em estágio pandêmico, endêmico ou prolongado, independente de o sistema imune inato das crianças ainda poder ser treinado. Então, mesmo na ausência de exposição ao vírus, a vacinação contra a COVID-19 das crianças é muito provável de induzir a novas patologias e comprometer o treinamento das células do sistema imune inato.
Então, não há e não vai haver lugar para as vacinas contra a COVID-19 ou a gripe, porque o mesmo acontece com crianças em programas de imunização. Consequentemente, os programas de imunização para doenças virais infantis só fazem sentido, primeiro, em casos em que os vírus que causam as doenças promovem infecções, e isso é um caso, e, segundo, em casos em que não há reservatório não humano, então, em que a vacinação não comprometa o sistema imune inato, o que significa que não pode fazer tratamento para as vacinações ou em crianças que são vacinadas com vacinas não replicadas.
Vou parar neste eslaide aqui, vou terminar a minha apresentação, apesar de ela ainda não ter terminado. Há também o porquê das imunizações que fazemos contra as crianças com doenças. Sei que muitas pessoas vão me odiar por dizer isso, mas isso vale para as doenças infantis em que não há reservas que tipicamente causam infecções virais e as crianças que são imunizadas com vacinas que são replicadas, como, por exemplo, contra a caxumba e outras doenças. E há racionais científicos para programas nacionais usando vacinas atenuadas para doenças típicas das crianças com esses vírus, e a imunização das crianças em populações com esses vírus trazem uma ameaça epidêmica lidando com essas epidemias tentando preencher essa lacuna, o que não é o caso da vacina contra a COVID-19, é claro, não para as crianças, nas populações não vacinadas.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Obrigada, doutor.
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O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Obrigado, Presidente Bia Kicis.
Inicialmente, eu queria me apresentar rapidamente, porque esse tema me interessa muito. Eu presido a Frente em Defesa das Vacinas aqui na Câmara. Nós temos feito um esforço muito grande no sentido de lutar, junto aos Parlamentares e à sociedade, pelo aumento da cobertura vacinal.
Nós temos, Presidente, uma opinião contrária logicamente. Inclusive, lamentamos que nesta audiência não tenha o contraditório. Era muito importante nós termos aqui a ANVISA para debater, porque, logicamente, o sentido desta audiência é a desestimulação da vacinação, como fundo, logicamente, colocando como cortina de fumaça o debate sobre a obrigatoriedade da vacina da COVID para as crianças, que é uma necessidade. Esta audiência tem um raciocínio, que estamos combatendo há muito tempo aqui, que é exatamente o negacionismo, tanto é assim que a composição dos convidados todos tem uma linha muito clara, definida de descredibilizar a vacina e de estabelecer uma dúvida para a população.
Isso é um desserviço para a saúde pública. No momento em que nós precisamos avançar na vacinação, no momento em que o Governo Federal tem uma campanha importante para que possamos proteger a população, lamentavelmente, temos aqui uma audiência com esse conteúdo.
V.Exas. percebem que, desde o primeiro momento, tudo o que foi levantado aqui foi nesse sentido sempre, sem inclusive uma avaliação técnica científica.
Vou pegar as palavras da própria Presidente, que afirmou: "Em ciência não existe desinformação". A primeira coisa que nós temos aqui é a clara desinformação, com dados que não são prováveis, que não estão inclusive... Nós temos aqui uma série de discussões. Por exemplo: um dos convidados disse o seguinte: "Alguém que foi vacinado pegou COVID-19 duas vezes". Mas é óbvio. O papel da vacina nunca foi, por exemplo, impedir que alguém contraísse a COVID-19, mas evitar o agravamento. Que se pode contrair novamente a doença, pode-se. Isso é fato. Mas, logicamente, há diferença na reação, na imunidade do corpo. Quem tiver dúvida pode estudar sobre isso.
Segundo, a ciência é método científico. E eu vou aqui me referir ao próprio Dr. Cassio, que pega, por exemplo, a sua experiência de consultório para vir aqui afirmar algo como se fosse uma verdade científica. Eu queria ver aqui nesta audiência era a FIOCRUZ. Eu queria ver aqui a Bio-Manguinhos, a Butantan, a ANVISA. Eu queria ver aqui, por exemplo, a CONITEC. Eu queria ver aqui falando sobre a responsabilidade da ciência e da vacina o nosso PNI, e não o bloco negacionista.
É lógico que existe opinião democrática para tudo. E os que estão aqui hoje, lamentavelmente, têm uma opinião que é mundial. O movimento antivacina é mundial. Nós lamentamos, então, que esta audiência tenha este caráter: de deseducar, de desinformar, de gerar medo na população. É disso que se trata. É tanto medo que começa, por exemplo, derrubando campanhas vacinais importantes. Por exemplo, por ano, 6 mil mulheres morrem por HPV. E a atuação do movimento negacionista é para colocar em dúvida, para colocar em xeque a vacinação.
Nós temos um programa nacional muito importante. Nós vamos avançar sobre esse processo de educação e reeducação. O sarampo está avançando. Eu coordenei o Centro de Operações de Emergência em Saúde, no meu Estado, exatamente nessa posição, enquanto o movimento negacionista estava desestimulando o uso de máscara, criticando o lockdown, que deu certo,
inclusive porque, toda vez que não havia vacina e nós atuávamos com medidas não farmacológicas, nós conseguíamos diminuir a aglomeração e preservar vidas. Esses são dados provados.
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Peço que conclua, Deputado.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Vou concluir, Deputada. E eu tenho ainda o tempo de Liderança, que eu quero que seja garantido.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Esse tempo vai ser dado a V.Exa. posteriormente, depois da fala do próximo médico.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Portanto, eu queria deixar claro, não para este Plenário, mas para quem está nos ouvindo, que este País precisa proteger a população.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Pois não, Deputado.
Antes de passar a palavra aos convidados para que se manifestem, quero deixar bem claro que esta é a segunda audiência e que nós teremos uma terceira, com a Ministra da Saúde. Aqui ninguém está querendo desinformar, fazer campanha antivacina. Pelo contrário, na primeira audiência, nós contamos com a presença de três cientistas, que avaliaram, questionaram, e também com a presença do Dr. Eder Gatti, Diretor do Departamento de Imunização, que veio indicado pela Ministra da Saúde para falar. E ele falou, permaneceu aqui o tempo inteiro, respondeu a perguntas. Tivemos um debate de altíssimo nível, com opiniões diferentes, e, ao final, ele chamou todo mundo de negacionista, antivacina e disse que isso vai ser obrigatório e pronto.
Nós não vamos admitir isso. Nós estamos aqui para debater. Isso está inclusive no Youtube. A audiência está gravada.
E, na próxima audiência, não haverá nenhum médico contrário à vacina. A próxima audiência será realizada com a presença da Ministra Nísia e de quem mais ela quiser trazer para falar a favor. Nós dividimos as audiências para que o debate possa prosseguir. Na primeira, estava quem era pró-vacina e quem era contra; na segunda, estão os que são contra a vacinação, cientistas, médicos renomados...
(Intervenção fora do microfone.)
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - A de hoje? Na de hoje, os médicos que estão falando estão alertando sobre o perigo, a ineficiência, a desnecessidade e a insegurança. São os médicos que estão falando. V.Exa. pode não concordar. Mas eu o convido a estar aqui quando vier falar a Dra. Nísia, Ministra da Saúde, e quem ela quiser trazer. Certamente, irão defender.
(Intervenção fora do microfone.)
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Deputado, nós não vamos bater boca aqui. Eu estou falando agora como requerente. E V.Exa. vai ter o seu tempo de Liderança depois. Agora eu não lhe passarei a palavra porque já fiz isso antes.
V.Exa. não fez pergunta. V.Exa. falou, mas não fez pergunta. Então não preciso passar a palavra a nenhum médico para responder, a não ser que eles queiram. Se o Dr. Cassio e os outros quiserem falar, eu passarei a palavra a eles. Mas eu vou passar a palavra primeiro para os Deputados Dr. Frederico e Osmar Terra. Em seguida eles podem responder.
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O SR. DR. FREDERICO (Bloco/PATRIOTA - MG) - Mais uma vez, Deputada Bia Kicis, quero elogiar e enaltecer V.Exa., que tem a coragem de fazer o que é certo neste Parlamento. Quando abre, mais uma vez, um espaço amplo, democrático, com direito ao contraditório, com a ampla participação de setores da sociedade e dos Deputados aqui presentes, V.Exa. demonstra coragem, o que não é fácil.
Todos os nobres doutores que aqui hoje fazem apresentações estão passando muita dificuldade por falarem a verdade. E colegas que nos antecederam vêm aqui fazer o que a Esquerda sempre faz. Nós nos seguramos, Deputada Bia, porque, na verdade, o que a Esquerda faz é criar uma narrativa mentirosa, uma narrativa sem base científica, sem nada, nada! Monta um consórcio, divulga essa informação a torto e a direito e quer convencer as pessoas de que mecanismos de controle são melhores do que liberdade de escolha, liberdade de expressão. É isso o que acontece.
Não à toa, o Presidente que ganhou as eleições na Argentina foi muito claro, Deputado. Eu acho que resolve isso aqui. Ele disse que essa é uma Esquerda de merda. É o que vemos aqui. Alguém tinha que ter coragem de falar isso. Ele falou, e é o que vemos. Não há sentido, não há respeito.
Antes de eu concluir, sabem quem é o Dr. Geert Vanden Bossche? Ele foi professor adjunto de universidades na Bélgica e na Alemanha, foi pesquisador do departamento de virologia da Freie Universität Berlin e de universidade em Stuttgart. Depois do período acadêmico, o Dr. Geert trabalhou em várias empresas fabricantes de vacina, como, GSK, Novartis, Solvay, e em outros grandes projetos de vacina. Ele é um líder de projeto vacinal; o maior líder do mundo talvez seja ele. Quem mais fez campanha de programa de vacinação no mundo foi o Dr. Geert.
Aqui, todos nós entendemos que o Programa Nacional de Imunizações — fora a vacina da COVID — é essencial. Eu sou oncologista. Eu sempre defendi a vacinação anti-HPV. Defendemos todas as vacinações. Agora, o que está claro aqui é que um homem com essa capacidade, com essa história, com essa experiência de vida, vem aqui, de público, dizer que a humanidade errou ao conduzir programa de vacinação em massa durante a eclosão de uma pandemia! Ele publicou um livro: The inescapable immune escape pandemic. Quer dizer, é uma pessoa que tem mil vezes mais conhecimento do que todos nós que estamos aqui. Como é desrespeitado desse jeito? "Ah, porque não concordo com a opinião dele." Não, o que ele está falando é ciência, Deputado. Ela está falando com base no que trabalhou — muito mais que qualquer pessoa no Brasil — com vacinação no mundo.
Isto não é vacina, isto é terapia gênica. PNI é vacina; concordamos, apoiamos, e queremos que o Ministério da Saúde faça crescer. Terapia gênica é outra conversa; queremos proteger nossas crianças, queremos nossas crianças vivas, sem sequelas e sem efeitos colaterais.
O que não podemos deixar realmente — vou concluir — é uma esquerda de merda matar nossas crianças. Essa é a grande verdade. Isso é o que elegeu um Presidente de direita na Argentina, que luta pela liberdade. Isso é o que temos que trazer para todo o Brasil e para todo o mundo, porque não é possível ficar do jeito que está — com narrativa falsa, mentirosa, querem aqui questionar a ciência realmente. Isso cansa.
Só para conflitar, foram três as vezes que eu pedi estudo randomizado, prospectivo, duplo-cego, de fase III, que diga que vacina salva vida, e nada! Não existe isso! Não existe estudo que diga que vacina salva vida! É isso, e ponto! Eu estou torcendo para alguém aqui me desmoralizar, para alguém aqui esfregar estudo na minha cara dizendo que eu estou errado. Não vão, porque isso não existe!
(Palmas.)
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Sem o tempo de Liderança?
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Deputado, o Deputado Malafaia também tem tempo de Liderança. Mas, como nós temos mais um médico, ao vivo, para falar, eu não quero que ele tenha que esperar muito. Eu estou pedindo que usem por enquanto o tempo para perguntas e respostas, e em seguida o próximo médico vai falar. E aí eu concederei o tempo de Liderança.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Está bem.
Deputado, ninguém aqui é irresponsável e inexperiente. Eu sou construtor do SUS. Fui o primeiro Prefeito do Brasil a ter equipe de Saúde da Família. Fui por duas vezes Secretário Estadual de Saúde e Presidente do CONASS. E vivi a pandemia do H1N1. O primeiro lugar do Brasil que enfrentou o H1N1 foi o Rio Grande do Sul. Eu aprendi muito com isso. E o Rio Grande do Sul pautou o Ministério da Saúde, na época, para trabalhar essa questão do controle de pandemia.
Aqui, nós estamos falando é de coisas inéditas. Eu quero ver se alguém me apresenta uma vacina desenvolvida, na história da saúde no mundo, durante uma pandemia. Quem aqui conhece, na história do mundo, uma vacina desenvolvida durante uma pandemia sem testagem adequada, só com autorização emergencial?
A população estava tomada de pânico. Quando a população está tomada de pânico, ela aceita qualquer coisa. O pânico veio muito antes, Deputado. O pânico aconteceu quando a Rede Globo disse que todo mundo tinha que ficar em casa, senão ia morrer — e mostrando cemitério o tempo todo.
Qual é a letalidade desse vírus? Esse vírus teve uma questão diferente. Ele se transmitiu numa velocidade muito maior. Quando as cepas novas apareceram, a velocidade de transmissão foi aumentando, coisa também rara. Talvez tenhamos essa explicação do Dr. Geert para essas cepas que surgiram, o que também é uma coisa inédita.
Eu queria considerar, então, essa questão do pânico e dizer que nós somos obrigados — nós somos a Casa do Povo — a informar a população de maneira adequada. Se nós temos divergências com o Governo e com a maneira como foi conduzida a questão da pandemia, temos que nos manifestar. Nós temos uma vacina, na minha opinião, totalmente ineficaz, que não imunizou ninguém! Praticamente não imunizou ninguém!
Sabem quantos anos têm as vacinas do PNI? Dezenas de anos. Há dezenas de anos elas estão sendo testadas. Eu fui Secretário, fui um dos que mais vacinou contra a pólio, fui um dos que mais aplicou as vacinas do PNI. Posso dizer, Deputado, que a vacina da pólio tem dezenas de anos. Inclusive, na primeira vez que fizeram a vacina da pólio, ela causou a doença na maioria das crianças em que foi testada. Esse foi o primeiro teste da pólio. Agora, não; agora essa é uma vacina testada, é uma vacina reconhecida. Essas vacinas têm que ser feitas. O que nós estamos discutindo é o desenvolvimento de uma vacina numa pandemia sem nenhum contraditório. Cadê a ciência? V.Exa. afirmou um monte de coisa aqui que não tem evidência científica nenhuma, inclusive acerca do lockdown. Mas isso será objeto de outra discussão que nós vamos fazer no tempo de Liderança.
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada.
O SR. CHRISTOPHER FLOWERS (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Há uma grande preocupação, particularmente, com essa questão da vacinação de bebês e crianças muito novas, quando riscos versus benefícios claramente estão invertidos. Se você quiser proteger as crianças, você tem que ter um produto que funcione, que não vai causar nenhum outro tipo de problema e eventos adversos. E isso pode acontecer depois, muitos anos depois.
A minha primeira apresentação foi feita sobre miocardite. E o que está sendo demonstrado como resultado da vacina é que pode causar problemas nessas crianças que se desenvolvem até na adolescência. Então, você dar algo para uma criança que não vai ajudar, que não vai resolver a COVID? Talvez seja só uma infecção pequena. Mas, mesmo se você esquecer tudo o que foi dito até agora, as vacinas que estão sendo produzidas agora não são eficientes contra a COVID, que está em circulação no mundo. Então não existe nenhuma razão científica para fazer algo assim.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - O.k. Obrigada, Dr. Chris.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - O senhor não seguiu a conversa?
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Sim, está disponível. Mas, de qualquer forma, um dos Congressistas aqui disse que a vacina é necessária e que nós somos antivax. É por isso que nós não queremos que as crianças sejam vacinadas. Então, eu gostaria que o senhor falasse alguma coisa sobre isso.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Você é uma pessoa antivax?
O SR. GEERT VANDEN BOSSCHE (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Para mim, um antivax é alguém que destrói a vacinologia por não entender o impacto das vacinas. Nós temos estudado e temos baseado todas as nossas conclusões em ensaios clínicos que, em primeiro lugar, foram de curto prazo, mas focados em pontos relevantes de marketing. E essas conclusões simplesmente foram extrapoladas para toda a população para consequências de longo prazo — e esse é meu ponto —, independente da situação epidemiológica.
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Certamente, ninguém pode dizer que eu sou antivax porque eu estava aqui no fim da minha apresentação focando ou ilustrando que há um racional científico para as crianças com vacinação contra catapora, rubéola, rotavírus, sarampo, esses tipos de vírus. Isso porque, em primeiro lugar — e agora é o meu ponto —, a situação epidemiológica é tal que esses vírus são endêmicos ou em alguns países existe só uma ameaça endêmica, o que não é o caso do SARS-COV-2, que não é endêmico. Em segundo lugar, para esses vírus não há nenhuma reserva animal, e esse não é o caso do SARS-COV-2. Em terceiro lugar, quando vacinamos contra essas doenças, usamos vacinas vivas, atenuadas, vacinas de replicação, que não é o caso da COVID.
Então as pessoas certamente não podem dizer que eu sou antivax. Trata-se apenas de ser algo inacreditável o que os nossos tomadores de decisão fazem. Eles não exercitam o pensamento crítico em fazer mais pesquisas para ver quais são as consequências epidemiológicas dessas vacinações em massa, e também para as crianças, claro, dependendo da situação epidemiológica. Quer dizer, é um grande erro essas campanhas de vacinação em massa contra pólio. Isso foi um desastre simplesmente porque não há entendimento das consequências epidemiológicas de intervir no sistema imune.
As pessoas têm que lembrar que a vacinologia permanece, apesar de todas as tecnologias. Ainda é um negócio empírico, e não podemos fazer com que as autoridades públicas e regulatórias continuem dessa forma empírica e façam ensaios experimentais na população como um todo e nas crianças sem entender a ciência que está por trás. A ciência ainda não é entendida, e é isso que destrói a vacinologia. Então, as pessoas que têm esses mandatos sem entender o impacto dessas vacinas na população em geral e no longo prazo, essas são as antivax, porque estão destruindo a vacinologia.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Obrigada, Dr. Geert.
O SR. CASSIO JOSÉ MICELLI GUIMARÃES - Eu vim aqui para poder mostrar alguns artigos mundiais publicados. Portanto, existem referências. São artigos publicados de vários estudos a respeito da injúria que a vacina causa principalmente com dano no miocárdio. Existem vários trabalhos mostrando a fisiopatologia da doença relacionada a inoculações, que é a lesão do endotélio. Há trabalhos mostrando com histopatológico mostrando a lesão real da proteína Spike
e inflamações levando ao quadro tanto de miocardites quanto de tromboses, que é a causa dessas mortes súbitas que estão ocorrendo.
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O Dr. Chris Flowers mostrou, na parte da Pfizer, um dado com o número 4 do grupo controle em que morreram dois. Que número é este 4? Não consigo entender que número 4 é esse que usam para os estudos? É impossível se liberar alguma coisa com o número 4. Eu não consigo entender isso.
Mostrei vários estudos e experiências mundiais de problemas com a vacina. E o que eu fiz? Eu provei a respeito do anatomopatológico de uma criança aqui no DF. Eu fui atrás da anatomopatologia de uma criança com 14 anos de idade que morreu de infarto. Mostrei a foto aqui dessa pessoa. É comum uma criança de 14 anos morrer de infarto? Não tem lógica isso. E os estudos mostram essa parte catecolaminérgica, a parte de injúria de citocinas no músculo cardíaco.
O outro foi um paciente de 30 anos de idade que morreu subitamente com trombose maciça pulmonar. Fui também atrás do histopatológico. Mostrei no vídeo aqui a trombose maciça num paciente de 30 anos de idade. Havia alguma coisa dentro da artéria pulmonar do paciente que não se sabe o que é, era uma substância branca. Eu achei a literatura e mostrei a foto aqui de vários casos relatados de autópsias na Alemanha e aqui no DF, provando o que está escrito mundialmente. É só investigar isso.
Nós não somos antivax. Nós só estamos falando a respeito do risco versus benefício. O risco de complicações está sendo muito alto a respeito dessas inoculações, que estão querendo impor, e estão ocorrendo mortes súbitas.
De acordo com uma reportagem aqui do DF, houve um aumento de 178% de mortes súbitas. Espero que os patologistas daqui — pois a reportagem foi daqui — façam a autópsia desses casos de morte súbita para provar isso, essa inflamação, essa injúria, esse risco de trombose. É algo muito estranho esse aumento de 178% de mortalidade.
Há um risco enorme de miocardites em pacientes mais novos mostrado em vários estudos. Não sou eu que estou dizendo isso. Há várias pacientes crianças que estão com Troponina BNP alterada no consultório. E a literatura das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostra que Troponina alterada é risco de evento adverso, risco de complicações graves. A miocardite é motivo de 12% das mortes súbitas.
Eu vim trazer isso aqui para mostrar essa correlação dos estudos com os casos reais que estão acontecendo aqui no Brasil. Espero que as autoridades possam fazer estudos dessas investigações levantadas dos estudos mundiais e das observações trazidas aqui. O mundo inteiro está afirmando esse aumento de mortalidade. Então não é só aqui no Brasil, o mundo inteiro está fazendo isso. Então, que façam estudos comprovando a insegurança das vacinas.
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Eu gostaria de fazer uma pergunta ao Dr. Chris e Dr. Geert: como vocês conseguem, durante a crise, dizer que o aumento nesses casos mais graves vem da vacina ou da COVID-19 propriamente dita? Como vocês conseguem distinguir?
O SR. CHRISTOPHER FLOWERS (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Há algumas evidências. Originalmente começou com as pessoas dizendo que a COVID traria a maior parte dos problemas. Na verdade, nós temos dados mais recentes que mostram que a proteína Spike, que é induzida pela vacina, causa efeito na imunidade. Basicamente o corpo está começando a sofrer danos. É por isso que falamos em miocardite. O cardiologista que falou antes está completamente correto em tudo o que ele disse. É muito importante pensar nisso. A persistência da proteína Spike é por causa da vacina.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada, Dr. Chris.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Sim, como você pode dizer que a vacina está causando isso e não a doença propriamente?
O SR. GEERT VANDEN BOSSCHE (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Eu acho que essa é uma das coisas pelas quais as pessoas estão lutando. Eles estão tentando distinguir a vacina do vírus. Nós precisamos entender que agora estamos lidando com um sistema muito complexo. Nós temos uma imunidade induzida pela vacina. As pessoas estão tendo experiência dessas infecções relacionadas à vacina, ou seja, a infecção em relação à imunidade, e estão refocando a resposta imune. Em outras palavras, esse refoco da resposta imune é relacionada à infecção viral. Mas isso não vai acontecer numa população, se a população não foi vacinada anteriormente.
Portanto, não é um ou o outro. O que está muito claro para mim como imunologista e vacinologista é que essas infecções causadas por vacinas, e temos muitas infecções causadas pela vacinação, com o advento da ômicron, esse surto de infeção força o sistema imune a se concentrar em outros domínios da proteína Spike, outros domínios que são mais conservados. Isso é Imunologia. Se o domínio da Spike é muito variável é mais imunogênico.
Se o domínio é conservado, é muito importante para a sobrevivência do vírus, e o vírus não vai se expor facilmente ao sistema imune. Quando isso acontece, as reações imunes a esse domínio conservado são altamente problemáticas.
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O que é esse domínio conservado? É um domínio que tem semelhança, homologia com os autocomponentes do hospedeiro. Esse é o truque que o vírus usa para se esconder do sistema imune, porque ele tem componentes que parecem com os autocomponentes do hospedeiro. Essa tolerância contra esses componentes vai fazer com que eles não sejam atacados. Mas de repente eles forçam o sistema imune a se concentrar nesses domínios mais conservados, o que significa que eles estão se concentrando em domínios que têm mais homologia com as autoproteínas ou com os autocomponentes.
Isso leva à autorreatividade, que ataca as estruturas celulares que têm semelhança com aqueles componentes e também atacam, por exemplo, os anticorpos que vão começar a descobrir antígenos que estão ali lidando com as células de câncer que estão num estágio muito inicial dessa transformação genética do câncer. E estando nessa superfície das células cancerígenas em estado inicial da patogênese do câncer, as células cancerígenas vão ficar escondidas de outras células, que normalmente vão destruir as células cancerígenas no estágio inicial, por exemplo. Por isso é tão difícil as pessoas entenderem isso, porque elas acham que é uma doença ou é a vacina. Não. Essas coisas estão evoluindo. Agora, o vírus está se focando na resposta imune.
Por que o vírus está fazendo isso? Porque o vírus escapou da utilização dos anticorpos da vacina. Por que está acontecendo isso? Porque estamos fazendo vacinação em massa, como eu falei na minha palestra, nesse estágio em que as pessoas ainda estão com respostas, estão sendo atacadas pelo vírus e por forças que não estavam prontas para lidar com o vírus porque ainda não estão totalmente maduras.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Muito obrigada, Dr. Geert.
O SR. CHRISTOPHER FLOWERS (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Infelizmente, os Estados Unidos, sim, estão fazendo isso. A vacina de COVID-19 agora está sendo aplicada rotineiramente nas crianças, está no calendário de vacinação, o que é muito preocupante. Os países europeus, o Reino Unido, por exemplo, estão evitando esse uso mandatório de vacinas para crianças com
menos de 6 anos. Temos que pensar nisto: vacina não obrigatória para pessoas com menos de 6 anos. Não há razão científica para vacinar alguém com menos de 6 anos nesse estágio da pandemia de COVID-19. A vacina da COVID-19 não funciona contra algumas cepas do vírus.
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Obrigada, Dr. Chris.
(Pausa.)
O SR. GEERT VANDEN BOSSCHE (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - É a mesma pergunta que a senhora fez ao Chris?
Sim. Eu acho que o Chris já deu a resposta, exceto os Estados Unidos, que estão forçando essa situação, eu não tenho ciência de nenhum outro país em que a vacinação especialmente para crianças seja obrigatória. Parece que todos ou muitos países estão lidando com o que eles chamam de uma pandemia que tipicamente se espalha globalmente e de repente tem-se a impressão de que há uma maneira para se lidar com esse vírus que está espalhado globalmente, que é completamente diferente de um país para o outro. Na Europa, vários países diferentes estão fazendo coisas diferentes. Os Estados Unidos estão fazendo coisas diferentes. O Brasil está fazendo coisas diferentes. Tudo isso para escapar de uma pandemia de variâncias.
Nós sabemos que só podemos considerar uma pandemia se houver uma solução global. É aí que temos essa definição. Os humanos não estão achando uma solução global, eles estão implementando diferentes estratégias em diferentes países. Isso é o que melhor ilustra que há completa falta de entendimento do que está acontecendo. Nenhuma dessas políticas tem base em entendimento racional de como a pandemia está evoluindo e onde ela está nesse estágio. Infelizmente, isso também afeta as nossas crianças agora.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Obrigado, Presidente.
Primeiro, eu queria fazer uma retrospectiva. Logicamente, o debate sobre o negacionismo está posto. Eu queria relembrar a preocupação e o posicionamento de muitos Parlamentares e de um grupo de cientistas durante a pandemia. É muito importante lembrar — a Presidente disse muito bem no início — que esta nossa audiência não está baseada exatamente na teoria da conspiração, no discurso ou na pesquisa, especificamente.
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Mas vamos fazer a retrospectiva desse posicionamento político dos senhores aqui. Durante a pandemia, houve um processo de desestímulo à vacinação, não houve? Inclusive, o nosso Deputado Osmar Terra, que está aqui, é um que foi para a linha de batalha, desestimulando o uso de máscaras, quando nós provamos largamente que o uso...
(Intervenção fora do microfone.)
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Exatamente.
Além do atraso, vamos falar de negacionismo, vamos falar do papel que cumpriu o Presidente que V.Exas. apoiavam. O Bolsonaro foi ou não foi responsável por dificultar a compra de vacina, por levar a risco ao desestimular...? Foi ou não foi? Foi ou não foi? Foi, garanto a minha fala.
Então, 700 mil pessoas foram a óbito pela incompetência e pela irresponsabilidade de um Governo negacionista. Então vamos esquecer que aconteceu isso? Não! Nós precisamos relembrar exatamente de onde partiu o movimento negacionista neste País. O pânico gerado não foi pela vacina; pelo contrário, foi pela deseducação da forma como se tratou a pandemia. Foram 700 os mortos, o pânico foi inverso.
Portanto, eu acho que uma das questões fundamentais é resgatarmos esse momento histórico, para depois mirar... V.Exas. eram contra as vacinas desde o início. Primeiro, defenderam cloroquina. A cloroquina foi a defesa de um segmento dos médicos brasileiros, com eco também em outros países. Depois foi provado que a cloroquina não funcionava. E muita gente, lamentavelmente, acreditou nisso e teve que embarcar nisso porque estava desesperada. Foi assim com a Ivermectina. Muitos aqui receitaram Ivermectina, e claramente isso não teve nenhum efeito concreto. Não havia nenhuma prova de que a Ivermectina prevenia contra o vírus da COVID.
Digo isso para deixar claro que, quando se iniciou de fato uma campanha vacinal, nós claramente tivemos um processo de recuperação. Menos pessoas foram hospitalizadas. Eu tratei disso diretamente no Centro de Operações de Emergência do meu Estado. Portanto, queria muito deixar claro que o ponto negacionista está exatamente aqui. Esse é o primeiro aspecto.
O segundo tem a ver exatamente com as apresentações. É fundamental voltar ao debate. Eu acho que o Dr. Cassio é mais transparente nesse aspecto, porque ele traz aqui que as informações são empíricas, sem nenhum dado real de aferição metodológica científica. E é até perigoso porque, veja, são conclusões de autópsia em pacientes sem nenhuma base concreta de algum órgão de fiscalização que possa aferir isso, para dizer realmente o dado concreto, dizer que essa pessoa veio a óbito, teve um infarto, por conta da vacina. Então, há uma tentativa de aproximação e de indução de que são as vacinas que estão levando à morte de infarto do miocárdio. Eu acho que isso é muito importante para que possamos ir pensando exatamente sobre o sentido desta própria audiência.
Eu queria finalizar, para não tomar muito tempo. Eu fiz questão de buscar um pouco da história dos nossos palestrantes e peguei uma matéria, postada no dia 30 de março de 2021, que eu acho muito importante para o debate. O Dr. Geert Vanden Bossche
fala sobre o vazamento imunológico: "Também no Facebook uma carta mais formal do cientista belga Geert Vanden Bossche recebeu vários adeptos ao afirmar que a vacinação poderia provocar um 'vazamento imunológico adaptativo em massa', o que acabaria fortalecendo o vírus".
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12:36
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Qual é a contradição desse debate pelas autoridades sanitárias brasileiras? "Os riscos de não realizar uma campanha de vacinação contundente é que as variantes se instalem no território", afirmou recentemente a virologista Stéphanie Haim-Boukobza.
Outra afirmação é que: "As vacinas contra a COVID-19 não fabricam variantes. O risco, na verdade, é que não sejam suficientemente eficazes para impedir essas mutações", afirma o doutor. Por isso, existe a atualização de vacina. O responsável por esse estudo é exatamente o pesquisador do Instituto Pasteur.
Eu queria finalizar esse início dos debates e ter a oportunidade de trazer as autoridades sanitárias brasileiras aqui para continuar essa discussão. É um absurdo que a campanha de desinformação continue sem a afirmativa concreta da ciência brasileira, sem a ANVISA presente. Por mais que nesta Casa se diga que querem fazer um debate democrático, sem a presença dessas autoridades aqui para o contraditório é lamentável, porque deseduca.
O SR. PRESIDENTE (Dr. Frederico. Bloco/PATRIOTA - MG) - Obrigado, Deputado Dorinaldo.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Presidente, eu tenho algumas transparências, uns eslaides, que gostaria de mostrar, se for possível.
(Segue-se exibição de imagens.)
Isso que vocês estão vendo é sobre o vírus H1N1, que foi uma endemia que subiu, desceu e terminou sem vacina, sozinha, com a imunidade natural, que ninguém fala. É o amor secreto, o amor que é proibido dizer o nome. É a imunidade natural. Se não fosse a imunidade natural, nós estaríamos com... Vamos fazer um raciocínio aqui todos juntos. Se a vacina não impede o contágio, nós teríamos uma epidemia eterna, porque alguém sempre estaria se contaminando. Se é só a imunidade da vacina que vale, nós teríamos uma epidemia eterna.
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12:40
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Esse ponto verde aqui é o pico, em 2020, quando ela subiu e desceu, como fez aquela da H1N1. Subiu, desceu e quase terminou, tanto que o Amazonas, que teve um grande surto em março e abril de 2020, em agosto de 2020 já estava tão sem caso nenhum, já tinha reduzido tudo que reabriu as escolas. Embora na CPI garantissem que isso não tinha acontecido, eu vou mostrar esta notícia que diz: "Governo anuncia retorno das aulas presenciais na rede pública estadual a partir do dia 10 de agosto de 2020, em Manaus". Essa notícia foi de julho de 2020. A epidemia estava praticamente terminada, se não fossem as novas cepas.
O Rio de Janeiro, nessa mesma data, ou um pouquinho antes, não tinha mais nenhum caso nos postos de saúde, e tinha tido um grande surto antes. Então por que reduziu desse jeito se não havia vacina? Não havia vacina! Como é que se reduz quando não existe vacina? É a imunidade natural! Todas as epidemias são uma curva: sobe e desce. Quando chega um determinado número de pessoas com imunidade por terem pego a doença e se curarem, esse número cai.
Vou voltar para aquele primeiro eslaide. Eu queria mostrar para vocês que em 2020 houve esta curva nacional, que subiu e desceu, sem vacina. Depois, sobe de novo. Estou falando da contaminação. Esse gráfico aqui embaixo é das mortes. Ele acompanha. Esses gráficos têm uma certa relação. Sobe, há um pico de contaminação mais ou menos em março e depois começa a cair. Aqui não havia vacina, 2% da população estava vacinada.
Aqui foi nas mortes, com aquela variante P1. Foi o maior período de mortes pelas características da P1, que dava tromboembolismo, um comprometimento muito grande do pulmão. Aqui é a P1 no mesmo período, um pouquinho depois das mortes. Sobe, 4% da população estava vacinada, quando começa a cair vertiginosamente. Cai, cai, cai... Aqui embaixo é que chega a 50%, em outubro chega a 50% da população vacinada. Então essa queda não tem nada a ver com a vacina. As maiores reduções de casos, mortes e hospitalização não têm nada a ver com a vacina, têm a ver com a imunidade natural. Vamos falar um pouquinho da imunidade natural, já que ninguém quer falar. O Governo não fala.
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Vamos ver outra notícia aqui. "Por que falamos de 70% da população vacinada como uma cifra mágica para acabar com a COVID-19?" Eles estavam discutindo isso. O que acontece quando chega perto de 70%? Vamos voltar para a primeira. Está aqui: é o maior aumento da história da pandemia, veio até aqui em cima o contágio pela ômicron, quando chegou a 70%. A vacina não estava fazendo efeito nenhum, não estava impedindo nada de contágio. E por que cai vertiginosamente de novo, se a vacina não estava evitando o contágio? Isso não pode ser revelado, é a imunidade natural.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Eu faço uma sugestão para que o Deputado apresente novamente esse dado à comissão técnica, na próxima...
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Sim, Deputado...
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Vai ser bom para confrontarmos os dados.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Eu vou fazer um desafio público para V.Exa. e para a comissão técnica: que façamos uma live para a população assistir.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Pronto, façamos!
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Façamos! V.Exa. está fazendo uma afirmação de que toda a epidemiologia brasileira está equivocada. V.Exa. está afirmando que CONASS, CONASEMS...
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Deputado, me responda: onde está a AstraZeneca?
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Deputado, não pode haver aparte, por gentileza.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Qual é a vacina que vão fazer nas crianças? É a AstraZeneca que vão fazer nas crianças? É a Janssen? Onde estão essas vacinas? Sumiram? Cadê a Coronavac que o Butantan...
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - V.Exa. sabe muito bem que cada vacina tem um processo de atualização permanente, como qualquer medicamento.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Veja se esse vídeo funciona, veja se tem som alto.
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - O Doria pega o Bolsonaro. Não há base científica.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Não estou falando de política, estou falando de ciência.
(Manifestação no plenário: Fica! Fica!)
O SR. DORINALDO MALAFAIA (Bloco/PDT - AP) - Deputado, eu vou ficar mais um pouquinho.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Só para terminar aqui. Vamos lá.
(Exibição de vídeo.)
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O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Sem comentários. Terceira dose.
Então, nós estamos diante de uma vacina que não funciona. Se é preciso fazer 6 doses em menos de 2 anos e fazer ainda uma bivalente para cepas que não existem mais... Quando começou a vacinação da bivalente, as cepas não existiam. Elas tinham terminado 1 mês antes, com aquela imunidade cujo nome não se pode dizer. Ela tinha liquidado a cepa, agora começaram a fazer.
Eu queria saber — não sei se o Deputado sabe — qual é a vacina que vão aplicar nas crianças. Se não é a Janssen, eu não sei por que que não fazem a Janssen. Se não é a Astrazeneca, eu não sei por que que não fazem. Se não é a Coronavac, eu não sei por que que não fazem. Se não é a Pfizer... Se é a bivalente... Qual é a vacina que se vai dar às crianças? Então, é uma conversa fiada isso que nós estamos vendo aqui.
Isto aqui, minha gente, que nós vamos ver agora são as cepas. As cepas começaram aqui, com a cepa de Wuhan, depois a P2. Aumentou o contágio com a gama, depois foi a delta, depois foi a ômicron, com as suas variantes. O que nós estávamos fazendo...
Uma das causas de as vacinas não funcionarem é que elas eram feitas em 4 meses. Em 4 meses estavam desenvolvendo uma vacina. Não tem como ela ser eficaz desse jeito, nem saber se ela vai afetar as pessoas. Uma das causas de não serem seguras é isso. Não se pode desenvolver uma vacina em 3 ou 6 meses, achando que ela vai ser segura, eficaz e tal. Elas estavam correndo atrás do prejuízo. Isto aqui era uma corrida de revezamento. Quando estava terminando a P1, eles começaram a tentar vacinar com a terceira dose da P1, mas já não funcionava mais, porque já tinha terminado. E como ela terminou? Com aquela imunidade cujo nome não podemos dizer. E assim foram todas — assim foram todas.
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Antes de terminar a minha fala, queria dizer que o número de pessoas com miocardite é muito alto — e isso tem que ser investigado, pelo menos. O Ministério tem que falar alguma coisa, alguém tem que dizer alguma coisa. Nós estamos num manto de segredo sobre a questão da vacina, um manto de segredo. Nós estamos vivendo um manto de segredos.
Só para ilustrar, vemos a pandemia da gripe espanhola, que foi a pior pandemia de todas. Subiu, desceu e terminou sozinha. Não há como desenvolver uma vacina no meio de uma pandemia.
Quando eu fui à CPI — e eu fui à CPI porque eu tinha uma opinião diferente da do Senador Renan Calheiros e da do Senador Omar Aziz, que estavam com o discurso mais político do que científico —, eu disse: "É muito difícil desenvolver uma vacina durante uma pandemia, quando elas precisam de anos, décadas para serem testadas." Como eu disse, no primeiro teste que fizeram da vacina Salk, que foi a vacina da poliomielite, as crianças pegaram poliomielite a partir da vacina.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Deputado, peço que conclua seu pronunciamento. Temos que passar vários vídeos ainda.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - Vou concluir o meu pronunciamento.
Eu fiz três ou quatro vacinas da febre amarela. Agora, descobriram que isso não é mais necessário. Basta fazer a metade da dose que era feita antes. Olhem quanto tempo demorou para essa descoberta.
A vacina da dengue está sendo testada, e o Ministério não autoriza... Estamos com epidemia da dengue há 12 anos, e o Ministério não autoriza... Agora, essas todas foram em cima do medo. "Vamos fazer, vamos fazer, vamos fazer." E, no fim, quem resolveu foi aquela imunidade que não podemos dizer o nome.
Outra coisa. Eu fui clínico e fui cardiologista também, doutor. Então, eu posso dizer o seguinte. O que mata mais não é o infarto. O pessoal acha que todas as mortes repentinas são fruto de enfarto. Não é! É arritmia. E a arritmia na miocardite é muito frequente. Então, no caso dessa morte precoce de atletas, de pessoas jovens, temos que desconfiar que há alguma outra coisa além da nossa imaginação.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Nós estamos aguardando o Dr. Pierre Kory, que virá às 13 horas.
O SR. CASSIO JOSÉ MICELLI GUIMARÃES - A Deputada Presidente falou a respeito da diferença entre a COVID e a vacina, a diferença da proteína Spike. A nova tecnologia RNA usa uma capa de lipídio para estabilizar a proteína Spike.
Eu não sou imunologista, patologista, nem nada; só estudo e faço análises. Essa estabilização da proteína Spike gruda no músculo e não sai, causando inflamação crônica em todos os órgãos, porque a vacina, como já foi comprovada, não fica só no músculo. Ela vai para todo o corpo todo, para todos os órgãos. Há trabalhos mostrando isso. O Deputado falou que não tem trabalho, mas tem trabalho no mundo inteiro que mostra isso. E essa inflamação endotelite é a que dá todos os sintomas. A coloração mostra que a proteína Spike fica grudada no endotélio, e essa disfunção do endotélio causa todos os sintomas e tromboses, mortes, etc.
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Além de a proteína Spike ficar no músculo, ela gera uma inflamação de cascata de citocinas. E essa inflamação crônica leva a arritmias cardíacas graves: 178% de mortalidade no DF. Onde estão as autoridades para analisar isso? Assim como disse o Deputado Osmar Terra, gostaria de saber onde estão as autoridades para fazer essa avaliação. Onde estão os patologistas para fazer as autópsias desses pacientes, pelo menos para sabermos do que morreram? Houve aumento de 178% de mortalidade. Assim como ele falou: "Ah, não tem trabalho mostrando..." Esses trabalhos que eu mostrei — está provado — são da proteína Spike, relacionados à vacina Pfizer. Existe a referência também nesses trabalhos.
É o caso também da púrpura trombocitopenia trombótica. Morreu aquela menina de São Bernardo — Isabele —, mas setenta especialistas disseram que não havia causalidade. Vários trabalhos mundiais, antes de a menina morrer, já mostravam isso. A menina morreu. Setenta especialistas não cogitaram que poderia ter sido isso. E, devido a isso, o Governo, por meio do Ministro Queiroga, determinou a volta da vacinação em adolescentes. E, posteriormente, vários trabalhos mostraram a correlação entre vacina Pfizer e púrpura trombocitopenia trombótica. Há também um trabalho brasileiro com 39 crianças, provando isso. Eu não sei o que querem mais!
Temos também que investigar esses aumentos que eu estou notando de dímero, fibrinogênio, troponina e BNP, que são reais. Está tudo gravado. Esses números altos são reais. Esses números altos demonstram inflamação do corpo, tanto da parte cardíaca, troponina e BNP, assim como dímero e fibrinogênio na parte trombótica. É justificável a investigação disso para poder diminuir o risco de morte súbita.
A reportagem mostra aumento de 178%, e aconteceu de uma hora para outra. Sobre essa parte trombótica inflamatória há vários relatos. A pessoa morre dormindo, a pessoa nem sabe que morreu. Isso é coisa grave isso. Piloto de avião morre antes do voo, com 48 anos, com check-up todo em dia. Os pilotos fazem um check-up anual com vários cardiologistas, que não conseguem detectar isso, porque intracelular. Um piloto de 48 anos morreu antes do voo, e o piloto que estava no quarto com ele foi fazer check-up, que mostrou que ele estava com as taxas alteradas. Dímero altíssimo, trombose de uma hora para outra e a parte da troponina também estava alta. Diretrizes brasileiras de cardiologia mostram que a troponina alta eleva risco de complicações. Isso tem que ser visto, porque é grave. Imaginem os dois colegas que pegariam voo no mesmo dia, e acontece isso. É uma coisa que tem que ser investigada pelas autoridades.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Tem a palavra agora o Prof. Pierre Kory, que tem formação pela Universidade do Colorado, com graduação em matemática; pela Universidade de Nova York, mestre em administração pública em saúde; pela Universidade St. George, Granada, graduação em medicina; pela Universidade de Colúmbia, Nova York, medicina intensiva; pela Faculdade Albert Einstein, Beth Israel Medical Center, Nova York, pneumologia. Foi Chefe da UTI e do Centro de Traumas e Suporte à Vida da Universidade de Wisconsin.
Ele desenvolveu várias técnicas pioneiras de cuidados intensivos, entre elas a técnica de diagnóstico por ultrassom em pacientes críticos, tendo ministrado cursos em universidades americanas e internacionais. Ele é autor de livro didático de referência nesta área Point-of-Care Ultrasound. Doctor Kory liderou UTIs em hospitais na cidade de Nova Iorque durante o surto inicial da COVID-19 e também em vários outros hospitais dos Estados Unidos. Ele foi pioneiro no uso dos corticosteroides, tendo em vista a sua abordagem da doença como uma pneumonia em organização. Além deste estudo, publicou vários outros artigos sobre tratamentos, incluindo o uso da Ivermectina e foi um dos médicos selecionados para dar testemunho no Senado americano na defesa do tratamento imediato e no alerta sobre os riscos da vacina, juntamente com o Dr. Paul Marik, que fundou a organização sem fins lucrativos Front Line COVID-19, Critical Care Alliance, dedicada à prevenção e tratamento da doença, desenvolvendo protocolos de atendimento, promovendo formação de médicos e pesquisa. O Dr. Kory é coautor do livro The War of Ivermectin, que relata a sua cruzada na recomendação do medicamento seguro e barato como a chave para acabar com a pandemia, enfrentando uma verdadeira campanha midiática e de organizações médicas para atacar o remédio ganhador do prêmio Nobel de medicina.
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O SR. PIERRE KORY (Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Obrigado por me convidar. Agradeço a apresentação.
Bom, eu vou falar sobre a Ivermectina e o que aconteceu durante a pandemia. Vocês não conseguem entender o histórico da Ivermectina sem entender todas as décadas de guerra do Ministério e das farmácias pela patente dessa droga que a ameaça o lucro de todos os novos produtos farmacêuticos.
Durante a pandemia da COVID-19, toda a resposta global de saúde foi centralizada nas vacinas, e a Ivermectina, como outros medicamentos, ameaçavam a campanha de vacinação, os mercados, a indústria farmacêutica e todo mundo que trata com o anticorpo monoclonal.
A indústria faz o que faz porque tenta suprimir as evidências de eficácia e segurança que competem com medicamentos tão baratos e disponíveis. Então, as melhores evidências estão nesse eslaide. Esse gráfico mostra uma linha de zero benefício. Tudo à esquerda nesses triângulos é algo benéfico para todos os medicamentos. Com base em ensaios clínicos, esses medicamentos se mostraram eficazes no tratamento da COVID-19. Quanto mais para a esquerda mais potente o medicamento é. E os que circulei são os únicos medicamentos no meu país, os Estados Unidos, aprovados para o tratamento eficaz da COVID-19.
Se vocês olharem a coluna de preços, vocês vão ver que as únicas coisas aprovadas eram absurdamente lucrativas — terapias muito caras. Tudo o que custa 1 dólar, 2 dólares ou 5 dólares estava desacreditado e ignorado. Esse é o sistema em que os medicamentos estão hoje e onde estiveram há muito tempo — e é por isso que a gente sabe disso. A Ivermectina não é nova. O escopo e escala de catástrofe de
milhões de mortes que poderiam ter sido evitadas realmente mostram que temos que olhar outras drogas. Na verdade, temos 47 medicamentos diferentes, que são genéricos e com propósitos, e nenhum dos genéricos foi aprovado. A única coisa sugerida foi o paracetamol ou o tylenol. E o tylenol era o único. Se olharmos aqui, lá no fim, vemos que o tylenol, que está ali, tem um impacto negativo, porque o tratamento de febre não é fisiológico. Nós não temos que tratar isso, mas isso é outra discussão.
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Como a indústria farmacêutica ataca essas drogas? Eles usam algo chamado de tópicos de desinformação. Eles têm essas táticas inventadas na indústria do tabaco nos anos 50. E, na indústria do tabaco, eles gastaram dinheiro por 50 anos, tentando convencer o mundo que os cigarros eram benéficos para a saúde. Em relação a essas táticas, por exemplo, há jogadores de futebol americano descrevendo a base do que eles fazem, que são ensaios clínicos publicados, e eles tentam controlar tudo, inclusive as publicações. O que aparece é o que a indústria farmacêutica permite que apareça ali. E eu vou dar exemplos de como eles lidam com a distorção dessas informações usando essas táticas.
Tenham em mente que eles estavam atacando a Ivermectina antes de ter esses ensaios. Então, mesmo esses ensaios que tentavam mostrar que não funcionava, eles já estavam tentando suprimir qualquer entusiasta. Eles se recusaram a estudar mesmo que um ganhador do Prêmio Nobel quisesse fazer esse estudo, ainda assim eles recusavam. Então, eles estavam trazendo coisas falsas colocadas em sites, dizendo que não havia evidência de eficácia. Eles fizeram isso quando já havia dezenas de estudos de eficácia.
Este é o mais recente que nós temos. E se vocês olharem aqui os resultados, verão que há uma consistência incrível de grandes benefícios que muitas vezes são melhores com a Ivermectina. E esta é uma das maiores bases de evidência na medicina que eu já vi. Eu nunca vi 95 estudos controlados na medicina. E aqui eles mostram esses benefícios, e não precisamos fazer nenhum ensaio controlado. É um medicamento comprovado, e ele é o que mais tem eficácia contra a COVID. E, nesses ensaios, eu só quero parar aqui para dizer que eles fizeram todo o possível para tentar não descobrir os benefícios estatisticamente significantes.
Então, eles pegavam aqueles que estavam publicados, como o meu livro, por exemplo, que fala dos seis ensaios, e eles administravam uma menor dose possível, por uma duração bem curta, na fase pior da doença, com os pacientes mais saudáveis. E, quando fazemos isso, é muito difícil mostrar benefícios, principalmente quando temos pacientes com aquelas fases tão tardias, com baixas doses. Nós não vamos ter como mostrar que é saudável. É isso o que eles fazem, eles aparecem, e os únicos ensaios que eles fizeram foram assim.
Nesses seis ensaios, eles esqueceram dos outros 95, porque esses são aqueles que têm conflitos de interesse. Qualquer um desses está recebendo dinheiro de indústria farmacêutica. Nenhum outro ensaio apareceu com um caso assim. Este é só um exemplo de alguns deles.
Este aqui é um grande exemplo do Instituto Nacional de Saúde do nosso país, que, finalmente, fez um ensaio que eles tentaram evitar por 2 anos, mesmo que todo mundo tivesse pedindo, mas, finalmente, eles o fizeram.
E fizeram tudo que eu acabei de dizer. Eles trataram o mais tarde possível, com a menor duração, com a menor dose possível. E adivinhem o que aconteceu? No meio do ensaio, eles fizeram algo que nunca deve ser feito. Eles mudaram o que chamamos de (ininteligível) primário do ensaio, que era comparar sintomas no dia 14. E, no meio do estudo, curiosamente eles mudaram para o dia 28. No meu país, isso se chama mudar o objetivo, e nunca vemos isso em pesquisa médica. Mas eles fizeram isso, fizeram abertamente e fizeram uma publicação. E por que eles passaram de 14 para 28 dias? Se vocês olharem para a tabela direita, eles falaram que tudo com "p", que é uma probabilidade superior a esse ponto 95, ia ser considerado eficaz ou significante.
Não é curioso que, no dia 14, eles acharam um benefício estatisticamente significante ou que não era tão robusto quanto no dia 28. Então, eles mudaram para o dia 28 e publicaram dizendo que não tem papel para a Ivermectina no tratamento da COVID. Isso é uma fraude de pesquisa. Isso aqui é um uso errado da ciência. E eu vou dar outro exemplo de tudo que eu acabei de dizer.
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Este ensaio, o "Principle", que começou quase 2 anos atrás, foi feito pela Universidade de Oxford, pelos mesmos investigadores. Então, se vocês olharem esse eslaide, verão que os professores são os mesmos em dois ensaios e em dois países: um lidou com a Ivermectina; e o outro, com o Molnupiravir. Eles fizeram um estudo de resiliência, todos com uma média de 2 dias de sintomas, mas eles não deixaram ninguém entrar que tivesse mais de 5 dias de sintomas. Eles pegaram pacientes com comorbidades, pacientes mais velhos. Esse foi um estudo bastante grande. Na Ivermectina, eles só permitiram até 14 dias de sintomas e pegaram qualquer um com mais de 18 anos, não pegaram pessoas com comorbidades e só fizeram o tratamento por 3 dias.
O que é mais curioso nesse ensaio é que, no meio dele, eles falaram que houve uma pausa porque eles ficaram sem Ivermectina, mas eles não ficaram. Isso foi uma mentira. O fornecedor disse que eles tinham Ivermectina suficiente. O que é mais curioso, então, é que, no meio da pandemia, esse ensaio terminou em alguns meses, e nós não sabemos o resultado. Não tem uma publicação, não tem nenhum artigo, nada. Nós não sabemos de nada. Eles estão escondendo os resultados.
Houve muitos e-mails de investigadores ao longo de todo o mundo dizendo que eles não podiam publicar nada nos jornais. Em relação a tudo que foi publicado, essas publicações foram todas suprimidas. Não há nenhuma evidência de fraude, nada.
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Mas, de repente, um dos testes foi acusado de ser fraudulento. Não está claro, mas isso, às vezes, acontece.
Então, ele tirou esse artigo — que é que meus colegas estão fazendo. Daí vimos que não mudou nenhum resultado, mesmo fazendo todas as alterações. O que o Andrew fez? Ele começou a tirar todos esses testes, separando essas categorias, excluindo o que é potencialmente fraudulento... O que é isso?! São preocupações de quem? E ele diminuiu a evidência para dizer que não estava salvando nenhuma vida.
Aqui foi feito algo similar: eles excluíram a maioria dos estudos que podiam, e é aqui que fica bem absurdo e frustrante. Eles tiraram algumas evidências. Eles tinham contratado um doutor, mas tiraram a maioria das evidências. Eles não podiam fazer as evidências aparecer.
Então, antes de ir para as evidências, vejam uma coisa: essa é a questão da Ivermectina na prevenção do COVID–19. Olhem a magnitude dos benefícios na prevenção: ela literalmente reduz sua chance de pegar COVID–19 para uma incidência bem baixa. E é bem consistente, em todos os testes. Dezesseis dos dezessete testes são estatisticamente insignificantes. A OMS olhou para isso? Não. Lá nas guide lines, eles ainda estão fazendo investigação. Mas essas diretrizes só são mencionadas rapidamente. Por que eles não olham para essas evidências? Eles só ignoram. Eles têm que ignorar, porque como vão destruir as evidências?
No tratamento, mesmo se você pegar todos os estudos, vai-se encontrar redução de 81% na mortalidade. Isso é muito significativo, do ponto de vista estatístico, porque está salvando vidas de verdade — a razão é de 81%. E eles mostram isso? Não, eles não mostram. O que eles fizeram, na verdade, é considerar que essa evidência tem uma certeza muito baixa. E aí eles fazem da maneira que eles querem usar, e eles decidem quais drogas querem usar e qual não querem.
E vejam que a razão que eles deram para não recomendá-lo. Eles estavam imaginando que quase todos os pacientes bem informados que estavam recebendo Ivermectina no teste disseram que o grau de incerteza era muito grande. Se eu estivesse lá na maca com oxigênio e alguém falasse de um remédio que tem 81% de chance de evitar minha morte, será que eu diria ao médico: "Não, eu não quero ser tratado fora dos padrões de teste clínico?" Isso é absurdo!
Por fim, o painel antecipou uma pequena variação nos valores entre os pacientes. Eles nunca perguntaram a minha opinião, eles nunca perguntaram a sua opinião; eles só falaram que todos no mundo têm a mesma opinião. Isso é incrível. E se você olha as diferenças entre essa aprovação da OMS; as evidências são muito pequenas. E eles não controlam tanto assim os testes.
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Isso é propaganda. São distorções das evidências técnicas. Mas eles continuam dizendo, dizendo e dizendo que os testes não têm muita qualidade, que são muito pequenos, que o controle não é muito grande. Todos esses testes são consistentes e é impossível ignorá-los, mas continuam fingindo que eles não existem. No final, eles usam as campanhas públicas.
Quando isso começou, em agosto de 2021, quando a prescrição da ivermectina começou a aumentar, os médicos e os pacientes estavam entendendo como isso estava funcionando, e estavam dando de maneira bem agressiva. O que a indústria farmacêutica fez? Eles fizeram uma campanha nacional e internacional contra isso.
Isso começou com as agências de saúde, que estavam dizendo que era perigoso. Diziam que a ivermectina causava doenças. Estavam dizendo para as pessoas que era remédio de cavalo. É sério isso. Era isso o que estavam falando. Então, algumas sociedades profissionais nos chamaram para terem uma conversa sobre a prescrição da ivermectina e isso expõe todo o controle de todo o nosso sistema médico em todo o mundo. Isso acontece em vários países. Muitos reguladores estão fazendo isso, estão travando tudo isso.
Nós estamos lidando com uma das drogas mais seguras e efetivas da história. Há a questão da televisão, dos comediantes, de todo mundo tirando sarro da ivermectina sempre, continuadamente. Então, se você usa ivermectina, você é antivax, você não está fazendo a coisa certa. Eles soltam essa campanha em 2021, e foi para CNN. Eles dizem que não existe evidência clínica da eficiência da ivermectina. E eu digo que naquele mesmo dia nós conseguimos a evidência da ivermectina. Essa é toda a evidência que nós temos. Nós temos bastante, e não somos só positivos, nós somos muito positivos.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Obrigada, Dr. Pierre. O Deputado Osmar Terra gostaria de lhe fazer algumas perguntas.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - A pergunta que eu faço é a seguinte: quando não há nenhum tratamento, qual é o problema de se usar um tratamento experimental, um medicamento que não faz mal e que não causa dano maior? Qual é o problema?
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Esse medicamento da malária foi testado in vitro. Agora temos a SARS-COV-2. Em 2003, tivemos a SARS-COV-1, que quase virou uma pandemia. Não virou porque, no fim, acabou havendo imunidade. Não havia vacina, fez-se uma imunidade natural ali na Ásia — entre China, Vietnã e Taiwan — e terminou sozinha. Mas, quando se testou in vitro qual era a medicação que podia ter algum efeito, a única que fez efeito e que eliminou o vírus em testes in vitro foi a cloroquina. Por isso é que se falou. Então, isso vamos ver agora, vamos poder conferir agora.
Eu gostaria muito de comparar isso à medicação experimental que se fez quando não havia vacina para H1N1, que foi o famoso Tamiflu. O Governo Lula gastou 2 bilhões de reais comprando Tamiflu. Vocês sabem o que os testes longitudinais mostraram? As pesquisas longitudinais mostraram que ele não teve nenhum efeito — zero. Ele não alterou a curva da morte, não alterou a doença, não alterou nada. Ele melhorava os sintomas, só isso. Era como o Tylenol. Então, é importante dizer isso. Parece que o mundo vai acabar porque o Bolsonaro falou na cloroquina, porque metade dos médicos brasileiros defendia a ivermectina, a cloroquina. O Dr. Zeballos, que é uma figura a quem devemos muita coisa, foi quem disse que era uma doença sistêmica, contra a qual tinha que se usar corticoide, tinha que se usar anticoagulante, e não ir para casa e ficar esperando ficar com falta de ar, que nem dizia aquele Ministro famoso que nós tivemos aí.
Então, eu queria só perguntar para o doutor qual é o prazo para comparar esses resultados com o Tamiflu, com esses remédios, porque dá para comparar. Eu acho que ainda não há um tempo determinado, porque a pandemia está terminando. Levou-se 6 anos acompanhando o Tamiflu para ver se havia algum resultado.
Para terminar, eu queria só dizer duas coisinhas rápidas. Eu acabei falando muito e não entrei no que era o principal assunto. A doença em crianças tem 0,0003% de letalidade. Enquanto em idosos pode ter 2% de letalidade, em crianças tem 0,0003%. Está num trabalho que eu ia mostrar. No fim, acabei não mostrando. É um trabalho científico, tenho o título, eu lhes deixarei. Está publicado no PubMed, está lá listado. É um estudo longitudinal, é um estudo de metanálise que reúne 40 trabalhos publicados, mostrando a letalidade baixíssima da COVID-19 em crianças. Então, a criança não é grupo de risco, não tem risco de morrer como as do H1N1 tinham. A COVID-19 não tem. Se a criança não é grupo de risco, se a vacina não é eficaz, para que nós vamos fazer essa vacina, para que vamos submeter a criança a um risco extra se não sabemos a segurança da vacina? Para que vamos submetê-la a um tratamento gênico, genético, para que submeter a criança a isso?
Ela tem que fazer a vacina da difteria, do tétano, da pólio. Ela tem que fazer as vacinas tradicionais, que têm testagem longa. Essa ainda não. Não devemos nem pensar em fazer isso nas crianças agora.
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Então, eu queria dizer a última frase. Falei demais hoje, Deputada Bia, mas eu queria falar a última frase, que não é minha.
Esse texto é maravilhoso. Peço 30 segundos a V.Exa. para ler o texto do Jay Bhattacharya, que é o principal pesquisador de Stanford. E o que ele diz? Que as vacinas não impedem a propagação da COVID-19. Ele é o principal epidemiologista de Stanford e fez aquele Manifesto de Great Barrington em setembro de 2020, alertando para isto, que não adiantava, inclusive, fazer vacina e que tinha que se mudar a questão do lockdown.
Ele diz que as máscaras fornecem pouca ou nenhuma proteção e que os bloqueios, o lockdown e o distanciamento social podem adiar um pouco, mas não impedir a propagação, pela necessidade de tarefas diárias e pela nossa necessidade inata de contato humano. Adicione-se a isso o fato de a COVID-19 circular em reservatórios não-humanos, incluindo cães, gatos, morcegos e veados. Portanto, a COVID-19 permanecerá conosco sempre como um novo coronavírus endêmico e comum, não como uma epidemia.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Doctor Pierre.
O SR. OSMAR TERRA (Bloco/MDB - RS) - A pergunta é sobre o tratamento precoce comparado com o Tamiflu. Quanto tempo vai levar para termos alguma comprovação? Estou comparando o tempo ao do Tamiflu, que mostrou que não funcionou nada. E o Governo pagava pelo Tamiflu, dava para as pessoas o Tamiflu.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Levou-se um prazo de 6 anos para mostrar que o Tamiflu não funcionava. Quanto tempo você acha que vai levar agora para provar que a ivermectina funciona?
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Há o exemplo do Tamiflu. É exatamente o que aconteceu com a ivermectina. No caso do Tamiflu, foi uma fraude farmacêutica, porque não funciona. Foi rapidamente aprovado, e eles ganharam muito dinheiro. Temos a verdade de que não é efetivo, não funciona, mas nós ainda usamos o Tamiflu. Então, eu não sei a verdade sobre o Tamiflu.
Se você me pergunta se a verdade sobre a ivermectina vai aparecer, eu fico desesperado. Eu não sei. Tudo que eu sei é que eu tento, todo dia, ter uma precisão científica e tento disseminar o que é a ciência mais precisa. A ciência salva vidas. Eu vou continuar falando isso. Se o mundo ouvir, vai ser maravilhoso. E eu digo que muitas pessoas no mundo estão ouvindo. Perguntem à Índia.
A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF. Manifestação em língua estrangeira. Tradução simultânea.) - Obrigada, doutor. Eu escuto o senhor. Minha família usa a ivermectina. Nós usamos a ivermectina na minha casa.
Agora nós vamos passar um vídeo do Dr. Peter McCullough e depois vamos passar um vídeo sobre as vítimas da vacina.
O Dr. Peter McCullough é internista, cardiologista e epidemiologista. Na Universidade de Baylor, fez graduação em Medicina; na Universidade do Sudoeste do Texas, fez doutorado; na Universidade de Michigan, mestrado em Saúde Pública; na Universidade Oakland, em Michigan, fez Cardiologia; e, na Universidade de Washington, em Seattle, Medicina Interna.
Professor e chefe de pesquisa em diversas universidades, Dr. McCullough é reconhecido internacionalmente como um líder na pesquisa sobre a associação entre doença renal crônica e risco de doenças cardiovasculares, tendo mais de mil publicações e mais de 680 citações. É fundador da Cardio Renal Society, membro da American Heart Association, com diversos prêmios de reconhecimento. Editor em diversas revistas científicas, também atuou como membro ou Presidente de diversos comitês de segurança de medicamentos.
Desde o início da pandemia da COVID–19, o Dr. McCullough foi um dos primeiros pioneiros na criação de protocolos de tratamento. O seu Protocolo McCullough de tratamento ambulatorial, que assinalava o uso de múltiplos medicamentos, foi publicado no The American Journal of Medicine e em Cardiovascular Medicine. É o cientista com o maior número de publicações sobre a COVID-19 revisadas por pares, tanto na abordagem do tratamento como na de eventos adversos da vacina.
Foi um dos médicos selecionados para dar testemunho no Senado americano na defesa do tratamento imediato e no alerta sobre os riscos da vacina e também testemunhou em casas legislativas de vários Estados americanos. Ele, que está constantemente presente na mídia americana, é coautor do livro The Courage to Face Covid-19, que relata a história de médicos que criaram protocolos de tratamento imediato eficazes e seguros e sua batalha contra a poderosa indústria farmacêutica que tentava suprimi-los.
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Depois dessa excelente explanação, vamos assistir a mais um vídeo, que traz uma indagação: cadê a Farmacovigilância?
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A SRA. PRESIDENTE (Bia Kicis. PL - DF) - Não tem como não ficarmos extremamente tocados por esse vídeo, por essa imagem do Bruno.
Eu quero deixar aqui a minha solidariedade, mais uma vez, à Arlene Graf, aos pais, às mães, aos filhos, aos parentes e aos amigos de todas essas vítimas. Isso é muito triste.
O que esperamos do Estado — e o Parlamento tem que cumprir também esse papel — é exatamente o de jogar luz, de informar e, principalmente, de prezar pelo direito das pessoas, das suas garantias fundamentais.
Não existe aí o slogan que é tão falado "Meu corpo, minhas regras", que a Esquerda usa quando quer defender o aborto, porque não o meu corpo, minhas regras, quando se trata de uma inoculação de colocar algo para dentro do seu corpo, que, aliás, o Código Civil já garante que ninguém pode ser obrigado a inocular algo em seu corpo que possa lhe causar algum mal, risco de vida.
E aqui, se nós temos uma população que está no mínimo, desconfiada, que está angustiada e que tem dúvidas... Então somos acusados de gerar dúvidas? Não. Não é censurando o debate, calando as pessoas, chamando-as de negacionista, colocando-lhes rótulos de "antivax" — até nos maiores cientistas de vacina do mundo —, que nós vamos convencer as pessoas disso.
Façam uma campanha. Quem é a favor? Mas uma campanha limpa, transparente, que seduza as pessoas que queiram tomar a vacina, porque elas vão se convencer disso, caso a campanha seja realmente esclarecedora e favorável. Mas como isso até hoje não aconteceu, e as pessoas têm dúvida, elas têm direito a informação, ao debate e à liberdade de escolha.
Nós não vamos aceitar rótulos. Não vamos aceitar censura nem punição. E estamos aqui para representar a população, a população que quer saber e quer decidir por si. Não precisamos de agentes e burocratas para nos tutelarem. Nós temos inteligência suficiente para nos informarmos. Estamos aqui trazendo especialistas do mundo inteiro, pessoas renomadas.
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Então, o debate aqui é sério. O assunto é sério demais para que sejamos submetidos a qualquer tipo de censura ou para que nos sintamos intimidados. Não vamos nos intimidar.
Eu quero agradecer, do fundo do meu coração, ao Dr. Cassio, que já saiu, mas que ficou conosco até agora. Quero agradecer à Juliana, à Renata, ao John e a todas as pessoas que vieram até aqui para participar desta audiência tão importante.
Amanhã haverá uma outra audiência, que será na Assembleia do Paraná, que foi chamada pelo Deputado Estadual Ricardo Arruda, que também tem lutado muito por esse esclarecimento e pela liberdade.
Esses vídeos serão repassados lá também. Haverá o debate e queremos que a sociedade acompanhe isso de perto, porque cada uma dessas pessoas, das vítimas que passaram aqui no vídeo, não pode ser sido em vão. Foram vidas que foram ceifadas muito precocemente e nós queremos continuar lutando pelo esclarecimento.
E vamos dizer o seguinte: não vamos aceitar a ditadura da vacina, porque talvez o maior mal seja o fato de nós chamarmos de vacina esse experimento.
Uma terapia... Como é que o senhor fala, doutor? Uma terapia gênica, porque nós não somos antivacina. Esse rótulo é ridículo. Mas nós queremos que as boas vacinas continuem a ser usadas, e nos preocupa quando as pessoas deixam de tomar as boas vacinas. Mas talvez aconteça o que um dos médicos falou: "Quando você faz algo como isso, você atrapalha o programa vacinal, porque aí as pessoas começam a ficar desconfiadas". "Não espera aí, mas então quer dizer que as vacinas do PNI não são seguras?"
Talvez isso aqui não possa mesmo estar no PNI, porque colocar essa terapia gênica no PNI vai fazer com que as pessoas desconfiem das vacinas que já eram testadas. Não somos nós que estamos trabalhando contra as vacinas, não. São as pessoas que, de forma tirânica, e seria uma consciência sem comprovação científica, querem enfiar goela abaixo, nas pessoas saudáveis, um experimento, uma terapia gênica. Essa, sim, que vai assustar a população.
Nada mais havendo a tratar, e com uma outra audiência aguardando para ser iniciada, declaro encerrada a presente reunião, antes convocando audiência pública com o comparecimento do Ministro do Estado da Educação para amanhã, dia 22 de novembro, quarta-feira, às 10 horas e 30 minutos, neste Plenário 9.
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